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  • 03/12/14--16:17: Grave rompimento peitoral

  • Scott Mendelson bateu o recorde mundial de supino  e logo depois sofreu um grave rompimento peitoral. Esse negocio roxo é o sangue. 
    Confira o momento da lesão aos 2:39 do vídeo


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    Paco (Pasta básica de cocaína, PBC, ou ainda, em castelhano: pasta de cocaina) é uma droga altamente viciante, cuja fabricação é derivada da produção da cocaína. É feita com a sobra do refinamento da cocaína, porém é misturada com ácido e água. O paco também é conhecido como lixo da cocaína ou crack americano de segunda linha.





    Paco ganhou popularidade durante e depois da crise econômica da Argentina (1999 - 2001) e espalhou-se em países vizinhos da Argentina, principalmente no Brasil. Segundo um levantamento nacional em escolas públicas e privadas o consumo argentino do paco no período de 2001 a 2005 cresceu 200 %.




    O “paco”  é uma variante da pasta base de cocaína transformada em cigarro, que não necessita de muita infra-estrutura para ser fabricado. Seu preparo requer poucas instruções e é feito com instrumentos caseiros. A pasta é obtida através da maceração das folhas de coca, cujo percentual não ultrapassa a 10%, misturadas a desde ácidos convencionais até fibra de vidro moído (incluindo tubos de lâmpada fluorescente), com ácido bórico, lidocaína, fermento e solventes, como o querosene, a parafina, benzina ou éter, o que reforça o caráter de dependência rápida e, junto ao efeito intenso, apesar da curta duração de cada dose.




    Por esse motivo, alguns usuários fumam de 20 a 50 cigarros por dia, para alongar o período do "barato" (2 a 5 minutos) e, muitas vezes, esquecem de se alimentar adequadamente, devido ao tamanho da escravidão que o paco causa quase de imediato.





    O Paco é ainda mais tóxico do que o crack porque é feito principalmente de solventes e substâncias químicas como o querosene, com pouca cocaína, segundo autoridades do combate ao tráfico no Brasil e na Argentina.





    Um dos seus elementos mais nocivos do paco é o ácido bórico, um produto branco, cristalino - já usado como substância anti-inflamatória abolida há anos na maioria dos países desenvolvidos por ser altamente corrosiva, provocando intoxicações no organismo. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde - OMS, o ácido bórico é muito tóxico e pode provocar danos ao fígado, cérebro, músculos da face e estômago. Hoje, é usado na indústria da agricultura como fertilizante e regulador de crescimento, retardadores de chama, fibra de vidro, preservativos para madeira, metalúrgicas, cerâmicas, inibidor da corrosão e outras aplicações.




    Como o paco é altamente agressivo, desde os primeiros dias, a Lidocaína é usada para disfarçar a agressividade do produto, uma vez que é anestésica. Além de todos os efeitos do crack serem mais fortes e mais rápidos no paco, ele provoca e/ou aprofunda as lesões cerebrais e pulmonares, como também infecções e coágulos no sangue. Já no começo do vício, a droga gera infecções na boca e na garganta, bem como seqüelas neurológicas irreversíveis porque afeta os centros nervosos, provocando perda de reflexos, motricidade, inteligência e até memória.





    Com um tempo maior de consumo, o uso do paco pode provocar infarto, pneumonia, efizema pulmonar e/ou hepatite. O tempo de vida do viciado ainda não dá para definir, mas avalia-se, pelos efeitos até então observados e os componentes utilizados, que a perspectiva é que seja menor que a dos viciados em crack, em que os usuários adultos costumam morrer antes dos cinco anos de vício.





    Os efeitos psicológicos são imediatos. Ao fumar um cigarro de paco, o usuário sente desinibição, sensação de prazer e segurança, seguidas, ao acabar o efeito, imediatamente pela sensação de angústia, depressão e insegurança, o que o leva a fumar város cigarros para evitar o efeito da abstinência e voltar às sensações iniciais. Com o consumo regular, observa-se alucinações, paranóia, agressividade, chegando a ações psicóticas.





























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  • 03/13/14--18:26: Barraca de víceras
  • A artista Andrea Hasler quis comemorar, com sua obra Matriach, uma manifestação pacífica ocorrida no dia 1 de abril de 1983 na qual, cerca de 70.000 mulheres formaram uma corrente humana de 23 quilômetros de comprimento para protestar contra as armas nucleares situadas na RAF Greenham Common em Berksire, Inglaterra. A obra de Andrea pretende recordar o elemento humano que estava naquele acampamento e "humanizar um contentor de emoções com uma superfície orgânica e natural".

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    http://www.andreahasler.com/





    Outros Trabalhos da Artista


    Esta não é a primeira vez que a artista dota a suas criações de um aspecto "visceral", há alguns anos, ela também criou esta coleção de esculturas que simulam bolsas, carteiras e outros elementos da moda com aspecto de carne crua e órgãos internos.










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  • 03/13/14--20:30: Link's da Semana #46
  • Ola amigos que acompanham o blog O Mundo Real , nesta sexta feira 14 ( quase hein) trago até voeísvos Nossos link'sa da semana com o que melhor rolou entre ou parceiros , confiram:


    Noite Sinistra --Floresta de Hoia-Baciu: O "Triângulo das Bermudas" da Romênia

    Rusmea-- O mistério do voo 502 e a nuvem que deteve o tempo

    Coisas do Mundão--Mercados para bruxaria pelo mundo - La Paz Bolivia

    Medo Sensitivo--"Trem fantasma" assusta guardas no interior de SP

    Doce psicose --Ex-ministro da Defesa do Canadá faz afirmação polêmica sobre alienígenas


    )


    Eutanasia Mental --A Morte de Heather O'Rourke

    Psicológico Macabro--Fantasma filmado em cemiterio na Espanha

    Meu Monstrinho Bizarro--  Tsuji-Ura

    Portal Dos Mitos --Amazonas

    Meu Mundo é Assim --A história de Olive Oatman

    Tá Duvidando ?--Ufologia - O Caso Lins

    Arquivo Misterioso--Turista perdido sobrevive comendo insetos

    Feliz ano velho--SÍNDROME DE PROTEUS

    Show do Medo --Vídeos Chocantes

    Dossiê do Felipe --Filme para Sexta #1 - A Maldição de Chucky

     Conhecimento alternativo --Massacre De Nanquim ( Nanjing )

    H2Ódio -- Deuses Egípcios (parte 4)

    Paixão assassina -- A verdadeira história do massacre de Columbine

    Help astec --TVs Ultra HD e 4K, tudo o que você precisa saber



    Ja acessaram o blogCoisas DoMundãohoje ???


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     ( clique para continuar vendo as fotos )









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    O acidente ocorreu no dia 4 de março na província de Zhejiang. Uma senhora que atravessava uma rodovia foi atropelada .

    A principio o atropelador para e parece prestar  socorro mas de repente sai correndo deixando a senhora caida em meio a estrada .

    A senhora nem parece estar ferida  em estado grave , porem ela acaba sendo atropelada mais umas vinte vezes (antes que falem eu não contei , confiei na descrição do video )

    Se não fosse a atitude COVARDE daquele filho da puta, com certeza a senhora ainda estaria viva ...

     

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    Primeiramente resumiremos um pouco da historia de Pripyat :

    Pripyat é uma cidade fantasma no norte da Ucrânia, perto da fronteira com a Bielorrússia. Próximo à cidade fica a central nuclear de Chernobyl, lugar onde ocorreu o maior acidente nuclear da história (em abril de 1986).

    A cidade documenta bem a era mais tardia da União Soviética, visto que os edifícios abandonados (de apartamentos, hospitais, etc.) ainda contêm objetos desses tempos idos, como brinquedos, roupas e discos. A cidade em si e os arredores não são seguros como lugar de habitação pelos próximos séculos. Os cientistas supõem que os elementos radioactivos mais perigosos precisarão de 900 anos para atingir níveis que permitam ao ser humano voltar a habitar a zona.



    Entretanto, logo após o acidente nuclear, muitos se negaram a sair de lá e abandonarem suas famílias, suas casas e suas vidas, correndo enorme risco à saúde.

    Depois do acidente na usina nuclear de Chernobyl em 27 de abril de 1986, toda a cidade foi evacuada.

    Atualmente há cerca de 2 habitantes, bem idosos, na cidade, porém um pequeno número de pesquisadores, cientistas e membros do exército tem acesso a cidade. A entrada não autorizada é punível com pena de prisão. Os turistas que visitam a cidade têm licenças especiais. A cidade tem muitos apartamentos, em que são abandonados fotografias, brinquedos infantis, roupas e outros itens pessoais. Existem também restaurantes, parques, hospitais, escolas e ginásios abandonados.

    E É NESTA PARTE QUE FRISEI EM VERMELHO QUE EU QUERIA CHEGAR :



    Muitos jovens do leste europeu estão organizando expedições até a cidade fantasma simplesmente por diversão e para postarem em redes sociais os seus feitos ( e confesso que depois de ver essas imagens fiquei louco pra ir tambem )

    Essa que estou postando foi feita em novembro passado por 5 jovens de Kiev, então embarcaremos junto com eles :

     A viajem começa nas barreiras que delimitam as areas contaminadas 

    Eles deixam os carros na ultima vila antes das barreiras e seguem a pé pelos trilhos do trem  


     Estação de trem logo proximo da barreira

     Fabrica abandonada proximo a estação
     Aqui a natureza se recompos e quase "engoliu" os trilhos
     Mais uma parada de trem



    Mais a frente em uma lagoa aproveitam para se abastecer com agua


     O nivel de radiação esta seguro embora o gosto não seja o dos melhores (meio amadeirada segundo eles)



     Aqui encontram uma casa com restos de um forno e colchão


     Detalhe para a coruja (imaginem o susto rsrs)




     Casas e mais casas



     Aqui eles encontram um grupo de jovens da Bielorrussia que estava retornando , apos algumas trocas de informações se despedem e seguem seu caminho




     Se deparam onde era um resort de verão 



     Restos de locomotivas


     Depois de dois dias chegam a Pripyat

     Em meio a noite escura aparece ao fundo toda iluminada a usina de Chernobil






     E começam a explorar a cidade





     No estado de Pripyat o nivel de radiação é bem alto 


     Enquanto exploravam o estadio escutaram barulho de motores e se enconderam , passaram por eles duas vans brancas , e decidiram sair dali 







     A famosa roda gigante com a usina ao fundo



     A roda gigante é bem conhecida nas imagens na net sobre Pripyat


     No parque o nivel de radiação é seguro










     Maçãs com nivel de radiação pouco acima do normal (eu não me arriscaria)
     Por toda a cidade se encontra grafites feitos recentemente em alusão as sombras de Hiroshima






     Bem proximo à usina , que atualmente não produz mais energia
     Se encontra em contrução um grande arco sobre o sarcofago , para se produzir energia novamente 








    GOSTARAM ????????????????????

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  • 03/15/14--20:30: A estrada da morte boliviana
  • A Estrada da Morte liga La Paz a Coroico, tem ao seu norte, entre os quilômetros 61 e 69, o trecho mais assustador de todas as estradas do mundo.



    Tanto que foi considerada, em 1995, pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, "a estrada mais perigosa do planeta". Nesse trecho, por ano, morriam cerca de 200 a 300 viajantes, que acabaramm despencando montanha abaixo.






    A estrada é uma das poucas rotas que atravessam a Amazônia boliviana seguindo até a capital do país.






    No final de 2006, depois de 20 anos de trabalhos, uma nova estrada paralela foi aberta ao tráfego. Agora com pontes, drenagens de água, pavimento, proteções e várias faixas.





    Como resultado, a antiga Estrada da Morte é muito menos utilizada por carros e bem mais procurada pelos bikers e viajantes aventureiros, que curtem a mata em suas trilhas.





    A estrada, famosa por seu perigo extremo tem uma largura de pista simples com despenhadeiros, curvas fechadas, passagens estreitas e nada de proteção. 





    O nevoeiro e a chuva da região prejudicam a visibilidade e a superfície da estrada lamacenta dificultam ainda mais a viagem por esta estrada





    O perigo da estrada ironicamente tornou um popular destino turístico a partir dos anos 1990, atraindo caçadores de emoções.





    Hoje é um dos destinos favoritos para downhill bike, no trecho de 64 km de descida contínua. Há agora muitos operadores turísticos para esta atividade, fornecendo informações, guias, transporte e equipamentos.






    A Aventura começa a 4650mts de altitude no alto de La Cumbre, até entrar no percurso "off-road" e de aí, sempre descendo até os 1200mts.
















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     Enfermeira Inglêsa demonstra uma máscara infantil. 

    clique para continuar vendo


     crianças inglesas e a mãe dormindo em abrigos de Londres durante o bombardeio alemão.

    1940. Um soldado americano inspeciona Tanque Médio "Sherman" M4A1 do 753 Batalhão de Tanques, que foi abatido em combate com peças alemãs da Divisão Panzer 11, 28 de agosto de 1944 nas proximidades de Grana (Grane) no leste da França na área de EUA.

     tanque abatido em combate por uma bazuca

    enterro improvisado de combatentes 

     enfermeira Soviética ajudar feridos Exército Vermelho sob fogo inimigo. 

     criança ferida meio ao campo aberto

     médicos americanos e uma menina francesa  ferida em um hospital de campo na fazenda La Moustache. O menino ao lado é seu irmão.

     soldado dos EUA morto por uma explosão de armadilhas alemães estabelecidas na rua nacoluna de água

    Ex-prisioneiro soviético vendo o enterro de prisioneiros soviéticos.

     nazistas executando um francês 

     Grupo de Bombardeio em vôo sobre a explosão de posições de artilharia alemães na cidade francesa de Royan

     bombas 

     navio sendo bombardeado

    8 de maio de 1942 "Lexington", durante a Batalha do Mar de Cora, um navio foi atacado por bombardeiros. Dois tiros foram acertados de cinco disparados. O dano causou uma explosão no interior do navio. Matou 216 de 2.951 membros da tripulação.

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    Com a eclosão da Revolução chinesa em 1911, a Mongólia Exterior separou-se da China e colocou-se sob a proteção da Rússia Czarista. Os laços com a Rússia mantiveram-se após a Revolução Bolchevista de 1917.
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    http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_Mong%C3%B3lia
    http://humus.livejournal.com/

    Em 1920, o país foi invadido durante a Guerra Civil Russa. Um ano depois, o Partido Revolucionário do Povo Mongol (MPRP) estabeleceu um governo popular provisório, que conservou a monarquia teocrática, mas limitando seus poderes.

    Nesse mesmo ano, os chineses foram expulsos da Mongólia e a recém formada União Soviética instalou na jovem república mongol um líder com orientações bolcheviques, que lideraria um processo que levaria à instauração de um regime comunista, em 1925.
    Em 1924, foi proclamada a República Popular da Mongólia, com uma grande proximidade política, econômica, cultural e ideológica com a Rússia. O Partido Revolucionário Popular Mongol manteve durante o período comunista estreitos laços com o Partido Comunista da URSS.
    Durante as décadas de 1920 e 1930, diversas figuras políticas de topo, que defendiam uma maior independência em relação ao regime de Moscou, como Dogsomyn Bodoo e Horloogiyn Dandzan, foram assassinadas, vítimas de lutas de poder. Em 1928, Horloogiyn Choybalsan sobe ao poder. Sob o seu regime, a coletivização forçada do gado e terras foi instituída, e a destruição de mosteiros budistas em 1937 deixou mortos mais de 10.000 lamas (religiosos budistas).

    Foi sucessivamente governada por Khorlogyn Tchibalsan (1939-1952), Yumjaagyn Tsedenbal (1952-1984) e Jambyn Batmönkh (1984-1990).
    A República Popular da Mongólia só foi reconhecida pela China em 1946. O primeiro-ministro Yumjaagiyn Tsedenbal governou de 1952 a 1984, quando foi sucedido por Jambyn Batmunk. O presidente, de 1954 a 1972 foi Zhamsarangin Sambun.









































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    Claudemir da Silva, 35 anos, vulgo “Miquinho” foi assassinado brutalmente no inicio da manhã de sábado (08/03), na Rua Pitangui, Bairro São Silvestre, em Telêmaco Borba PR. A vitima foi decapitada ao lado do centro comunitário e os autores pegaram a cabeça da vitima e deixaram exposta em cima do muro da igreja católica do bairro. As policias de Telêmaco Borba estão investigando o caso no intuito de apurar as causas deste que é um dos crimes mais bárbaros que já aconteceram na cidade.





    Apesar da cabeça a vítima ter sido deixada na igreja, a polícia descarta que o crime tenha conotação religiosa. A polícia já identificou os três envolvidos no crime, mas ainda precisa materializar as provas.

    Ainda conforme a investigação, dois deles já foram condenados por outros crimes e por isso as testemunhas têm medo de depor e identificá-los.








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  • 03/17/14--20:00: O massacre de Mỹ Lai

  • Mỹ Lai é o nome da aldeia vietnamita onde, em 16 de março de 1968, centenas de civis, na maioria mulheres e crianças, foram executados por soldados do exército dos Estados Unidos, no maior massacre de civis ocorrido durante a Guerra do Vietnã.

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    http://pt.wikipedia.org/wiki/Massacre_de_M%E1%BB%B9_Lai
    http://www.dwnews.com/

    Antes de serem mortas, algumas das vítimas foram estupradas e molestadas sexualmente, torturadas e espancadas. Alguns dos corpos também foram mutilados.

    Na véspera da operação, integrantes da Companhia Charlie, da 11ª Brigada de Infantaria, mandados à região por denúncias de que a área estaria servindo de refúgio para guerrilheiros da FNL (Frente Nacional de Libertação do Vietnã), foram informados pelo comando norte-americano que os habitantes de My Lai e das aldeias vizinhas saíam para o mercado da região as sete da manhã para compra de comida e que, consequentemente, aqueles que ficassem na área seriam guerrilheiros vietcongs ou simpatizantes.


    Como consequência, integrantes de um dos pelotões da companhia, comandados pelo tenente William Calley, rumaram para o local. Muitos soldados dessa unidade haviam sido mortos ou feridos em combates, nos dias anteriores.

    Quando as tropas penetraram na aldeia, o tenente Calley, lhes disse: "É o que vocês estavam esperando: uma missão de procurar e destruir". Calley diria mais tarde ter recebido ordens para "limpar My Lai", considerada um feudo dos combatentes da FNL.'"As ordens eram para matar tudo o que se mexesse"', diria mais tarde um dos militares americanos ao jornalista Seymour Hersh, que daria a conhecer ao mundo o horror praticado pelo exército dos EUA naquela aldeia.


    Sob o comando de Calley, o pelotão não poupou ninguém. Em apenas quatro horas, mataram os animais, queimaram as choupanas, violaram e mutilaram as mulheres, assassinaram homens e trucidaram as crianças. Para sobreviver, alguns habitantes tiveram que fingir-se de mortos, passando horas no meio dos cadáveres. No final da orgia de sangue, havia 504 cadáveres dos aldeões, em sua grande maioria idosos, mulheres e crianças (cerca de 170), todos desarmados e assassinados a sangue frio. Ron Haeberle, fotógrafo militar que acompanhava o pelotão, encarregou-se de imortalizar a chacina.


    No Ocidente, o episódio é conhecido como o massacre de My Lai, e no Vietnã, como Son My, o nome do povoado a que pertenciam as quatro aldeias, entre elas My Lai, que serviram de cenário para a orgia matinal de atrocidades, celebrada pelos homens da Companhia Charlie, dirigida pelo capitão Ernest Medina.

    Cerca de vinte pessoas sobreviveram. As casas foram incendiadas, e as quatro aldeias reduzidas a cinzas. Quando acabou a guerra, em 1975, alguns voltaram para recomeçar a vida na terra de seus ancestrais. Seis deles permanecem na comunidade, rebatizada pela República Socialista do Vietnã como Tinh Khe.


    O massacre só foi interrompido graças à iniciativa heróica do piloto de helicóptero, Hugh Thompson, Jr., que vendo do alto a matança, pousou o aparelho e ameaçou atirar com as metralhadoras de sua própria nave contra os soldados americanos.

    O crime só veio a público um ano depois, devido a denúncias saídas de dentro do exército, por soldados que testemunharam ou ouviram os detalhes do caso – e um deles, Ronald Ridenhour, escreveu a diversos integrantes do governo americano, inclusive ao Presidente Nixon – e chegaram a órgãos de imprensa e às televisões. Jornalistas independentes conseguiram fotos dos assassinatos e as estamparam na mídia mundial, ajudando a aumentar o horror e os esforços dos pacifistas a pressionar o governo Nixon a se retirar do Vietnã.


    Em março de 1970, 25 soldados foram indiciados pelo exército dos Estados Unidos por crime de guerra e ocultação de fatos e provas no caso de My Lai. Comparado pela mídia aos genocídios de Oradour-sur-Glane e Lídice durante a Segunda Guerra Mundial, que causou a condenação e execução de diversos oficiais nazistas, apenas o tenente William Calley, comandante do pelotão responsável pelas mortes foi indiciado e julgado.

    Condenado à prisão perpétua, Calley foi perdoado dois dias depois da divulgação da sentença pelo Presidente Richard Nixon, cumprindo uma pena alternativa de três anos e meio em prisão domiciliar na base militar de Fort Benning, na Geórgia.


    Nota do site dwnews.com, fonte da imagem: Segundo o site chinês onde a imagem abaixo foi veiculada, este soldado americano feriu a si mesmo cravando uma faca no pé.


    Nota do site dwnews.com, fonte da imagem: Tropas americanas incendiaram as casas queimando os corpos e assim teriam diminuído o número de mortos no massacre.

    Nota do site dwnews.com, fonte da imagem: Uma sobrevivente do massacre:


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    Uma indiana de 28 anos deu à luz uma menina, ainda sem nome, que tem duas cabeças na manhã desta quarta-feira, na cidade de Sonipat, norte do país. O bebê de duas cabeças nasceu via cesariana, segundo informações do jornal Daily Mail.





    A mulher chamada Urmila Sharma espera respostas dos médicos que temem que sua filha tenha poucas chances de sobrevivência. Os pais não sabiam do problema, já que são pobres e não tiveram condições de pagar por exames de ultrassonografia.



    O bebê nasceu com duas cabeças, dois pescoços e duas espinhas, mas tem somente um corpo. Segundo informações do jornal, esta é uma forma bastante rara de deformação de siameses, sendo impossível separar as duas cabeças, por terem somente um corpo.



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    Dica do leitor Adlei Esposito , via email = contato@omundoreal.com.br




    Eram cerca de 9h desse domingo, quando uma viatura do 9º BPM (Rocha Miranda) descia a Estrada Intendente Magalhães, no sentido Marechal Hermes, na Zona Norte do Rio, com o porta-malas aberto. Depois de rolar lá de dentro e ficar pendurado no para-choque do veículo apenas por um pedaço de roupa, o corpo de uma mulher foi arrastado por cerca de 250 metros, batendo contra o asfalto conforme o veículo fazia ultrapassagens. Apesar de alertados por pedestres e motoristas, os PMs não pararam. Um cinegrafista amador que passava pelo local registrou a cena num vídeo.





    A mulher arrastada era Claudia Silva Ferreira, de 38 anos, baleada durante uma troca de tiros entre policiais do 9º BPM e traficantes do Morro da Congonha, em Madureira. Em depoimento à Polícia Civil, os PMs disseram que a mulher foi socorrida por eles ainda com vida, e levada para o Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes, mas não resistiu. Já a secretaria Estadual de Saúde informou que a paciente já chegou à unidade morta. Ela levou um iro no pescoço e outro nas costas.
    - Foi revoltante ver aquele corpo pendurado. Eles iam ultrapassando outros carros, e o corpo ia batendo. As pessoas na rua gritavam, tentando avisar os policiais, mas eles não ouviam. Só pararam por causa do sinal e, aí, conseguiram ouvir o que as pessoas diziam. Dois policiais, então, desceram da viatura e puseram o corpo de volta no carro - disse o cinegrafista.



    A cena começou a ser registrada próximo ao número 796 da Estrada Intendente de Magalhães, na altura da Rua Boiacá, e foi filmada aproximadamente até o 878, onde fica uma agência da Caixa Econômica Federal. A irmã de Claudia, Jussara Silva Ferreira, de 39 anos, ficou chocada quando viu a imagem do corpo da irmã sendo arrastado. Revoltada, ela quer que os policiais sejam punidos:
    - Acham que quem mora na comunidade é bandido. Tratam a gente como se fôssemos uma carne descartável. Isso não vai ficar impune. Esses PMs precisam responder pelo que fizeram.





    Antes mesmo de saberem o que havia acontecido com Claudia, familiares tinham desconfiado de que algo pudesse ter ocorrido, já que viram o corpo dela em carne viva ao chegarem no hospital.
    - Achamos estranho quando vimos o corpo daquele jeito. Desconfiamos de que tinha acontecido no trajeto até o hospital - relatou Diego Gomes, de 30 anos, primo de Claudia.
    Thaís Silva, de 18, filha da vítima e a primeira a encontrá-la morta, já tinha reclamado até mesmo da forma com que os policiais do 9º BPM a socorreram:
    - Eles arrastaram minha mãe como se fosse um saco e a jogaram para dentro do camburão como um animal - revoltou-se a jovem.



    Mãe de quatro filhos, Claudia, conhecida no Morro da Congonha como Cacau, era auxiliar de serviços gerais do Hospital Naval Marcílio Dias, no Lins. Nascida e criada em Madureira, ela ainda cuidava de quatro sobrinhos. A vítima faria 20 anos de casada com o vigia Alexandre Fernandes da Silva, de 41 anos, em setembro deste ano.
    Em nota, a assessoria de imprensa da PM afirmou que os policiais do 9º BPM trocaram tiros com criminosos durante uma operação no Morro da Congonha, e um suspeito chegou a ser baleado. Ainda segundo a assessoria, os policiais encontraram a vítima baleada na Rua Joana Resende, ponto mais alto da comunidade. Ela foi levada para o Hospital Carlos Chagas, mas não resistiu. A 29ª DP (Madureira), que investiga o caso, esteve no local para perícia. Dois fuzis usados pelos policiais foram recolhidos para serem periciados.
    Revoltados, moradores do Morro da Congonha fizeram protestos pela manhã e também à noite. Eles chegaram a fechar a Avenida Edgar Romero.




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    Todas as informações no video 



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    Tô tao acostumada a ver essas coisas, mas isso me deixou mal. Aconteceu em curitiba. Sem inf.

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    A morte de Lee Davis foi em 08 de julho de 1999 na Flórida. Matou a mãe (que estava gravida) e suas duas filhas durante um assalto. 





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  • 11/01/15--18:30: Massacre de Nemmersdorf
  • Essa postagem é de autoria de Rusmea , dos blogs curionautas.com.br  rusmea.com




    O povoado de Nemmersdorf , a sudoeste de Gumbinnen, na Prússia Oriental, foi palco de um dos mais conhecidos crimes de guerra cometidos pelos soldados soviéticos. O assim chamado Massacre de Nemmersdorf ocorreu em 21 e 22 de outubro de 1944 e tornou-se símbolo do horror das atrocidades cometidas pelas integrantes das Forças Armadas Soviéticas contra a população alemã oriental.



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    http://pt.metapedia.org/wiki/Massacre_de_Nemmersdorf



    O historiador norte-americano Alfred M. de Zayas, um especialista em direito internacional classifica este crime como um dos mais documentados exemplos das atrocidades cometidas pelos soviéticos na Segunda Guerra Mundial.



    Devido à ponte sobre o rio Angerapp , o local era estrategicamente importante. Em 20 de outubro de 1944 reinava o caos no povoado. Caravanas de fugitivos, retirantes e comboios de transporte militar congestionavam-se. Escasseavam informações confiáveis sobre a situação fronteiriça. Muitos moradores decidiram acompanhar as caravanas de fugitivos





    Em 1949 foi criado na então Alemanha Ocidental o Bundevertriebenenministerium (Ministério Federal, incumbido das questões decorrentes da expulsão e perseguição da população alemã oriental). No documentação elaborada pelo Ministério - A expulsão da população alemã das regiões a leste dos (rios) Oder e Neisse- constam diversos testemunhos do ocorrido:
    Entre os testemunhos há os depoimentos do Volkssturmmann (miliciano) Karl Potrok, que declara a existência de no mínimo 72 mortos, sendo que





    - Seis mulheres foram crucificadas nuas, quatro das quais numa carroça e as restantes num portão de galpão (silo).
    - De uma idosa cega foi partido o crânio com um machado ou pá.
    - Todas as vítimas femininas foram estupradas.

    Corroborando e complementado as declarações de Karl Protok, constam depoimentos de moradores do povoado, soldados e oficiais (entre estes o Stabchef da 4ª. Armada da Prússia Oriental, Major-General Dethleffsen), além de relatos de correspondentes do jornal norueguês Fritt Folk do dia 6 , e do jornal Courier de Genève do dia 07 de novembro de 1944.
    Às 6 horas do dia 21 de outubro de 1944 iniciou-se o ataque soviético ao local, e as 7:30 hrs os primeiros soviéticos passaram a ponte.






    Ao inicio dos combates, 14 moradores refugiaram-se num abrigo. Em seguida este abrigo foi invadido por soldados soviéticos em busca de proteção contra um contra-ataque alemão com suporte aéreo. Após amainarem-se os combates, os soldados ordenaram o abandono do abrigo, para em seguida abrir fogo indiscriminadamente contra as pessoas: crianças, mulheres e velhos. Apenas uma mulher sobreviveu.

    No dia 23 de outubro de 1944, às 4:30 hrs, os soviéticos retiraram-se para o outro lado do rio Angerapp. Aos soldados alemães que os seguiam, apresentou-se todo o horror. As 13 pessoas do abrigo não eram as únicas vítimas.





    Encontrou-se crianças mortas por espancamento. Mulheres estupradas e assassinadas encontraram-se pregadas no portão do silo. O crânio de uma menina estava partido.
    Em 27 de outubro de 1944 chegou uma comissão internacional de médicos da Cruz Vermelha. Suas análises foram apresentadas em 31 de outubro de 1944 à Charité de Berlim. Os médicos constataram que todas meninas de 8 a 12 anos, além de uma mulher cega de 84 anos haviam sido estupradas.
    Joseph Goebbels mencionou Nemmersdorf por quatro vezes em seu diário. Em 03 de novembro de 1944 registrou:


    "Ademais os soviéticos permitem-se à macabra zombaria de denominar as atrocidades por eles cometidas na Prússia Oriental e por nós detectadas, como invenção alemã, além de ainda afirmar que nós mesmos fuzilamos civis(...) a fim de termos mortos a apresentar no noticiário semanal." Assim julgam os outros por si.
    A tática soviética de atribuir os crimes aos alemães mostrou-se eficiente ainda no julgamento de Nuremberga. Os acusadores aliados assimilaram a versão soviética, por conveniência ou por estarem totalmente imbuídos da propaganda anti-alemã de forma a desconsiderarem qualquer possibilidade de sua inocência.
    Os relatórios e protocolos da comissão internacional de investigações tinham desaparecidos, eliminados ou perdidos, somente sobraram algumas fotos.





    Depoimento de Harry Thürk

    O historiador americano Alfred M de Zayas entrevistou o escritor Harry Thürk, que estava entre os primeiros soldados a entrar em Nemmersdorf no dia 23 de outubro de 1944. Ele informou:
    "Avistei cadáveres de civis numa estrumeira. Havia um homem idoso com um forcado metido em seu peito. (...) No chão da cozinha de uma residência jazia o corpo de uma idosa. Uma mulher mais nova jazia no corredor. (...) Estivemos num dormitório com camas de metal, laqueadas em branco. Uma das camas estava embebida em sangue, porém estava vazia. (..) Num silo pendia uma mulher pregada no seu portão direito".




    Depoimento de Erich Dethleffsen

    Alfred M de Zayas entrevistou também o Major-General da 4ª Armada Erich Dethleffsen, que lhe confirmou o conteúdo do relatório da comissão internacional de investigação.
    O Major também testemunhou no processo de Nuremberg:
    "Quando em outubro de 1944 formações russas romperam a "Front" (linha de defesa) alemã na região de Groß-Waltersdorf e avançaram temporariamente até Nemmersdorf, soldados soviéticos fuzilaram civis em grande parte dos povoados ao sul de Gumbinnen - em parte com torturas como encravar a vítima no portão do silo.
    Uma grande quantidade de mulheres foram violentadas. Também foram fuzilados pelos soviéticos em torno de 50 prisioneiros de guerra franceses. Os referidos povoados, após 48 horas voltaram novamente ao domínio alemão. O inquirimento de testemunhas, relatórios médicos das necropsias e fotografias dos cadáveres foram me apresentados poucos dias após".





    Depoimento de Heinrich Amberger

    O Primeiro-Tenente Heinrich Amberger, chefe da 13a. Companhia de Para-Quedistas e Blindados, depôs:
    "Nas margens das ruas e quintais de casas jaziam em grande quantidade cadáveres de civis que aparentemente não faleceram acidentalmente por balas perdidas durante combates, mas que foram assassinados de forma planejada. Entre outras coisas vi numerosas mulheres mortas por disparos na nuca e que, a julgar por suas vestimentas deslocadas e rasgadas, haviam sido estupradas. Ao lado destas mulheres havia também cadáveres de crianças alemãs assassinadas."



    Resumo do Estado-Maior

    Em 4 de abril de 1945 o Estado-Maior das Forças Armadas apresentou ao Ministério das Relações Exteriores um resumo sobre o comportamento soviético nas áreas alemãs ocupadas. De acordo com o documento, prisioneiros soviéticos teriam afirmado
    "que tinham sido orientados pelos seus oficiais, que em território alemão poderiam agir como bem entendessem. Isto valeria sobretudo para o tratamento de mulheres e meninas, que poderiam sem mais, ser violentadas".


    Notícia do Courrier de Geneve

    O jornal suiço Courrier de Geneve de 7 de novembro de 1944 publicou:

    "A guerra na Prússia Oriental, que se desenvolve no triângulo formado por Gumbinnen-Goldap-Ebenrode, sobressai-se entre os acontecimentos atuais, após a reconquista de Goldap pelos alemães.

    A situação não se caracteriza somente pelos combates encarniçados das tropas regulares, pelo descomedimento em recursos empregados por ambos os lados e pela mobilização da recém criada milícia alemã, mas lamentavelmente também pelo emprego dos mais que conhecidos métodos de fazer guerra: as mutilações e execuções de prisioneiros, ocorridas na tarde de 20 de outubro, e o extermínio quase completo da população alemã, na medida em que tinham permanecido em suas regiões.


    A população civil, por assim dizer, desapareceu das áreas em combate, pois a maioria dos moradores rurais fugiu com suas famílias. Com exceção de uma jovem alemã e um trabalhador polonês, tudo foi dizimado pelo exército vermelho.

    30 homens, 20 mulheres, 15 crianças caíram nas mãos dos russos e foram assassinados em Nemmersdorf. Em Brauersdorf avistei dois trabalhadores rurais de ascendência francesa, ex-prisioneiros de guerra, que igualmente foram massacrados. Um deles pôde ser identificado.

    Próximo dali, 30 prisioneiros alemães sofreram o mesmo destino. Para poupar os leitores, evito descrever as mutilações e a visão terrível dos cadáveres em campo aberto. Trata-se de impressões que ultrapassam a mais criativa das fantasias".






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