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  • 11/01/15--18:30: Massacre de Nemmersdorf
  • Essa postagem é de autoria de Rusmea , dos blogs curionautas.com.br  rusmea.com




    O povoado de Nemmersdorf , a sudoeste de Gumbinnen, na Prússia Oriental, foi palco de um dos mais conhecidos crimes de guerra cometidos pelos soldados soviéticos. O assim chamado Massacre de Nemmersdorf ocorreu em 21 e 22 de outubro de 1944 e tornou-se símbolo do horror das atrocidades cometidas pelas integrantes das Forças Armadas Soviéticas contra a população alemã oriental.



    ONE
    http://pt.metapedia.org/wiki/Massacre_de_Nemmersdorf



    O historiador norte-americano Alfred M. de Zayas, um especialista em direito internacional classifica este crime como um dos mais documentados exemplos das atrocidades cometidas pelos soviéticos na Segunda Guerra Mundial.



    Devido à ponte sobre o rio Angerapp , o local era estrategicamente importante. Em 20 de outubro de 1944 reinava o caos no povoado. Caravanas de fugitivos, retirantes e comboios de transporte militar congestionavam-se. Escasseavam informações confiáveis sobre a situação fronteiriça. Muitos moradores decidiram acompanhar as caravanas de fugitivos





    Em 1949 foi criado na então Alemanha Ocidental o Bundevertriebenenministerium (Ministério Federal, incumbido das questões decorrentes da expulsão e perseguição da população alemã oriental). No documentação elaborada pelo Ministério - A expulsão da população alemã das regiões a leste dos (rios) Oder e Neisse- constam diversos testemunhos do ocorrido:
    Entre os testemunhos há os depoimentos do Volkssturmmann (miliciano) Karl Potrok, que declara a existência de no mínimo 72 mortos, sendo que





    - Seis mulheres foram crucificadas nuas, quatro das quais numa carroça e as restantes num portão de galpão (silo).
    - De uma idosa cega foi partido o crânio com um machado ou pá.
    - Todas as vítimas femininas foram estupradas.

    Corroborando e complementado as declarações de Karl Protok, constam depoimentos de moradores do povoado, soldados e oficiais (entre estes o Stabchef da 4ª. Armada da Prússia Oriental, Major-General Dethleffsen), além de relatos de correspondentes do jornal norueguês Fritt Folk do dia 6 , e do jornal Courier de Genève do dia 07 de novembro de 1944.
    Às 6 horas do dia 21 de outubro de 1944 iniciou-se o ataque soviético ao local, e as 7:30 hrs os primeiros soviéticos passaram a ponte.






    Ao inicio dos combates, 14 moradores refugiaram-se num abrigo. Em seguida este abrigo foi invadido por soldados soviéticos em busca de proteção contra um contra-ataque alemão com suporte aéreo. Após amainarem-se os combates, os soldados ordenaram o abandono do abrigo, para em seguida abrir fogo indiscriminadamente contra as pessoas: crianças, mulheres e velhos. Apenas uma mulher sobreviveu.

    No dia 23 de outubro de 1944, às 4:30 hrs, os soviéticos retiraram-se para o outro lado do rio Angerapp. Aos soldados alemães que os seguiam, apresentou-se todo o horror. As 13 pessoas do abrigo não eram as únicas vítimas.





    Encontrou-se crianças mortas por espancamento. Mulheres estupradas e assassinadas encontraram-se pregadas no portão do silo. O crânio de uma menina estava partido.
    Em 27 de outubro de 1944 chegou uma comissão internacional de médicos da Cruz Vermelha. Suas análises foram apresentadas em 31 de outubro de 1944 à Charité de Berlim. Os médicos constataram que todas meninas de 8 a 12 anos, além de uma mulher cega de 84 anos haviam sido estupradas.
    Joseph Goebbels mencionou Nemmersdorf por quatro vezes em seu diário. Em 03 de novembro de 1944 registrou:


    "Ademais os soviéticos permitem-se à macabra zombaria de denominar as atrocidades por eles cometidas na Prússia Oriental e por nós detectadas, como invenção alemã, além de ainda afirmar que nós mesmos fuzilamos civis(...) a fim de termos mortos a apresentar no noticiário semanal." Assim julgam os outros por si.
    A tática soviética de atribuir os crimes aos alemães mostrou-se eficiente ainda no julgamento de Nuremberga. Os acusadores aliados assimilaram a versão soviética, por conveniência ou por estarem totalmente imbuídos da propaganda anti-alemã de forma a desconsiderarem qualquer possibilidade de sua inocência.
    Os relatórios e protocolos da comissão internacional de investigações tinham desaparecidos, eliminados ou perdidos, somente sobraram algumas fotos.





    Depoimento de Harry Thürk

    O historiador americano Alfred M de Zayas entrevistou o escritor Harry Thürk, que estava entre os primeiros soldados a entrar em Nemmersdorf no dia 23 de outubro de 1944. Ele informou:
    "Avistei cadáveres de civis numa estrumeira. Havia um homem idoso com um forcado metido em seu peito. (...) No chão da cozinha de uma residência jazia o corpo de uma idosa. Uma mulher mais nova jazia no corredor. (...) Estivemos num dormitório com camas de metal, laqueadas em branco. Uma das camas estava embebida em sangue, porém estava vazia. (..) Num silo pendia uma mulher pregada no seu portão direito".




    Depoimento de Erich Dethleffsen

    Alfred M de Zayas entrevistou também o Major-General da 4ª Armada Erich Dethleffsen, que lhe confirmou o conteúdo do relatório da comissão internacional de investigação.
    O Major também testemunhou no processo de Nuremberg:
    "Quando em outubro de 1944 formações russas romperam a "Front" (linha de defesa) alemã na região de Groß-Waltersdorf e avançaram temporariamente até Nemmersdorf, soldados soviéticos fuzilaram civis em grande parte dos povoados ao sul de Gumbinnen - em parte com torturas como encravar a vítima no portão do silo.
    Uma grande quantidade de mulheres foram violentadas. Também foram fuzilados pelos soviéticos em torno de 50 prisioneiros de guerra franceses. Os referidos povoados, após 48 horas voltaram novamente ao domínio alemão. O inquirimento de testemunhas, relatórios médicos das necropsias e fotografias dos cadáveres foram me apresentados poucos dias após".





    Depoimento de Heinrich Amberger

    O Primeiro-Tenente Heinrich Amberger, chefe da 13a. Companhia de Para-Quedistas e Blindados, depôs:
    "Nas margens das ruas e quintais de casas jaziam em grande quantidade cadáveres de civis que aparentemente não faleceram acidentalmente por balas perdidas durante combates, mas que foram assassinados de forma planejada. Entre outras coisas vi numerosas mulheres mortas por disparos na nuca e que, a julgar por suas vestimentas deslocadas e rasgadas, haviam sido estupradas. Ao lado destas mulheres havia também cadáveres de crianças alemãs assassinadas."



    Resumo do Estado-Maior

    Em 4 de abril de 1945 o Estado-Maior das Forças Armadas apresentou ao Ministério das Relações Exteriores um resumo sobre o comportamento soviético nas áreas alemãs ocupadas. De acordo com o documento, prisioneiros soviéticos teriam afirmado
    "que tinham sido orientados pelos seus oficiais, que em território alemão poderiam agir como bem entendessem. Isto valeria sobretudo para o tratamento de mulheres e meninas, que poderiam sem mais, ser violentadas".


    Notícia do Courrier de Geneve

    O jornal suiço Courrier de Geneve de 7 de novembro de 1944 publicou:

    "A guerra na Prússia Oriental, que se desenvolve no triângulo formado por Gumbinnen-Goldap-Ebenrode, sobressai-se entre os acontecimentos atuais, após a reconquista de Goldap pelos alemães.

    A situação não se caracteriza somente pelos combates encarniçados das tropas regulares, pelo descomedimento em recursos empregados por ambos os lados e pela mobilização da recém criada milícia alemã, mas lamentavelmente também pelo emprego dos mais que conhecidos métodos de fazer guerra: as mutilações e execuções de prisioneiros, ocorridas na tarde de 20 de outubro, e o extermínio quase completo da população alemã, na medida em que tinham permanecido em suas regiões.


    A população civil, por assim dizer, desapareceu das áreas em combate, pois a maioria dos moradores rurais fugiu com suas famílias. Com exceção de uma jovem alemã e um trabalhador polonês, tudo foi dizimado pelo exército vermelho.

    30 homens, 20 mulheres, 15 crianças caíram nas mãos dos russos e foram assassinados em Nemmersdorf. Em Brauersdorf avistei dois trabalhadores rurais de ascendência francesa, ex-prisioneiros de guerra, que igualmente foram massacrados. Um deles pôde ser identificado.

    Próximo dali, 30 prisioneiros alemães sofreram o mesmo destino. Para poupar os leitores, evito descrever as mutilações e a visão terrível dos cadáveres em campo aberto. Trata-se de impressões que ultrapassam a mais criativa das fantasias".






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    Essa postagem é de autoria de Rusmea , dos blogs curionautas.com.br  rusmea.com





    A pior forma de morrer é de fome.
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    O historiador britânico Michael Jones publicou o livro “O sitio de Leningrado, 1941-1944″ onde contribui com novos e assustadores dados sobre o impenetrável cerco alemão que sofreu a cidade soviética durante 872 dias. Segundo tem descoberto Jones, durante o sitio de Leningrado, a falta de alimento fez que se desse um elevado número de casos de canibalismo.
    1.400 pessoas foram presas por isso, e 300 executadas pelo Governo de Stalin. “As cifras reais são sem dúvida bem mais altas. Durante o pior período do cerco, no final de janeiro do 1942 e princípios de fevereiro, distritos inteiros de Leningrado foram invadidos por canibais”.

    http://tejiendoelmundo.wordpress.com





    Valentina Rothmann, de 12 anos, descobriu horrorizada que a muitos dos cadáveres que transportava, lhes faltavam as nádegas. Isso não foi nada comparado com a experiência de outra jovem, Lado Rogova, à que perseguiu um canibal com olhos perdidos de fome e um machado. Maria Ivanovna surpreendeu-se ao ver que, no meio da carestia, uns inquilinos cozinhavam carne...Disseram-lhe que era cordeiro mas ao levantar a tampa da panela, entre o caldo surgiu uma mão humana.

    Aqui temos uma fotografia tomada em uma villa da região do Volga em 1921. Mostra a um casal de camponeses que raptava meninos para se alimentar de sua carne.




    Parecem contos de terror. No entanto, são experiências reais vividas durante o sitio de Leningrado, conhecido como os 900 dias (em realidade 872), um dos piores cercos que recorda a história e no que o frio de até 40 graus a baixo de zero e a fome se somaram à guerra e a escuridão para configurar um quadro de penúria e espanto apocalíptico. Ninguém sabe quanta gente morreu.




    As autoridades reconheceram mais de 600.000 cidadãos mortos, mas outras cifras superam 1.200.000. Em um livro recentemente publicado, que constitui uma verdadeira descida aos infernos (O sitio de Leningrado, 1941-1944 ), ainda que é também um espantoso depoimento da capacidade de sobrevivência do ser humano e um comovedor canto à esperança. O historiador britânico Michael Jones, da Universidade de Bristol, revive extraordinariamente aquele cerco (em boa parte através do relato direto dos sobreviventes e seus diários) e oferece dados novos que revelam toda a crueza de um episódio da II Guerra Mundial, que foi manipulado pela história oficial soviética e que desde tanto tempo, sofria o esquecimento historiográfico.




    Segundo o texto das anotações em russo e chinês, trata-se de camponeses famintos que se alimentavam de carne humana
    Jones assinala que havia bandas organizadas, que um grupo de 20 canibais se dedicava a interceptar os correios militares (para os comer) e que em um lugar da rua de Zelenaya onde se vendiam batatas, se pedia ao comprador que olhasse onde se guardavam e quando este se agachava lhe golpeavam com o machado na nuca.



    A NKVD (comissariado do povo russo), advertiu de que nos mercados se vendia carne humana. “Cruzar a cidade era perigoso, e custava confiar nos demais”, recordava uma sobrevivente, que assinalava que se viam cadáveres mutilados por todas partes. Às mulheres cortavam-lhes especialmente os seios.



    A extensão do canibalismo dá a medida do desespero que provocou a falta de alimentos. As pessoas se desmoronavam de fome. A vida reduziu-se a tratar de encontrar comida. “O horror do que se viveu em Leningrado é quase inimaginável”, diz Jones. As pessoas comiam erva, bicho carpinteiro, fervia o papel das paredes, os cintos de couro, os livros…! A “cozinha do cerco” revelou uma macabra imaginação. “Muda-se gato por cola”, rezava um cartaz. Chegou um momento em que morriam 3.000 pessoas por dia de inanição, depois 15.000, 25.000… Ninguém tinha forças para os enterrar. Uma mãe só pôde arrastar a seu filho morto até a cova e ali o deixou. Houve epidemias de disenteria, de tifo, etc.



    Os alemães, e esta é outra das contribuições de Jones, não queriam meramente tomar a cidade de Petersburgo, como a chamava Hitler. “O objetivo dos nazistas era selar a cidade e matar de inanição a toda a população civil, dois milhões e meio de pessoas. Incluídos meio milhão de crianças”, ressalta o historiador. “Esta decisão estava motivada pelo ódio ideológico e racial. E a ela se aplicaram com rigor quase científico. Os alemães não teriam aceitado nem sequer a rendição incondicional de Leningrado”.



    Mas o cerco a Leningrado não é um caso isolado. Os casos de canibalismo humano registrados durante o século XX na Rússia e na União Soviética abundam. Durante a Segunda Guerra Mundial registraram-se também outros casos: no campo nazista Stalag , situado na Ucrânia, os alemães documentaram práticas canibais entre os prisioneiros de guerra soviéticos



    Também se sabe de atos de antropofagia ocorridos durante o Holocausto Ucraniano: uma fome provocada artificialmente por Stalin para subjugar os camponeses ucranianos, que assolou o território daquela República Socialista durante os anos de 1932 e 1933. Morreram aproximadamente 3,5 milhões de pessoas vítimas da inanição e desnutrição.



    O comunismo de guerra adotado pelos bolcheviques durante a Guerra Civil Russa causou a grande Fome de 1921, estendida por toda a região do Volga e os Urais. Morreram aproximadamente 5 milhões de pessoas. Aquele desastre humanitário impulsionou a muitas pessoas à prática do canibalismo.
    Entre os prisioneiros russos também se cometeram atos de canibalismo e no cerco de Leningrado os cadáveres dos meninos desapareciam das ruas.



    Em um documentário de Stalingrado houve um depoimento de uma civil russa que narrava como começaram a se comer os cavalos, depois os cães seguindo com os gatos e quando estes se acabaram ….
    A maioria das imagens deste post, procedem de uma exibição pública e oficial sobre a fome na região do Volga que se realizou no Kremlin em 1922. Dita exibição, incluía fotografias de camponeses praticantes do canibalismo que tinham sido capturados pela Checa (polícia secreta soviética).



    Pode que fizesse parte de uma campanha para conseguir ajuda internacional. Diversas organizações ocidentais enviaram alimentos a Rússia, até que se aperceberam que os bolcheviques vendiam os grão a países estrangeiros em vez de o utilizarem para acabar com a fome.
    Dado que muitos combates da Frente Oriental desenvolveram-se em condições extremas, não é de estranhar que  se chegasse a um comportamento tão extremo como o canibalismo.










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    Hoje em dia , qualquer moleque com um computadorzinho mequetrefe e alguns programas craqueados de edição de imagens consegue manipular qualquer imagem seja para o bem ou para o mal , mas as fotomontagens são tão antigas quanto as próprias fotografias



     Parte deste post eu havia postado ha alguns anos luz no blog O Mundo Real . Quanto eu criei o blog eu tinha salvo em meu pc a imagem acima, bem chocante de dois soldados que supostamente dava a entender que havia saqueado uma propriedade e matado sua dona ( relembre aqui )

    E sempre me perguntavam sobre a origem desta imagem e eu meio que enrolava falando que achava que era da segunda guerra e tal .

    Até que um dia me deparo com um post de fotomontagens de imagens da segunda guerra . E descobrir que elas eram para incitarem o povo contra seus inimigos , pois quem era contra a guerra e via tal imagens , logo começava a apoiar a guerra e odiar seus adversarios . Traduzindo : desde o seculo passado o povo era manipulado tal qual a globo faz nos dias de hoje .

    E hoje , pesquisando um pouco mais a fundo para passar esse post aqui para o Coisas do Mundão , descobri um pouco mais sobre o assunto , pois se usam fotomontagens desde o inicio das fotografias , seja para dar um ar mais heroico ha um ditador ou seja para remover inimigos que outrora era aliado e assim não " queimar seu filme" , confiram :

     O icônico retrato de 1860, em litografia, do presidente americano Abraham Lincoln, acima à esquerda, é uma combinação de sua cabeça com o corpo de John Calhoun, 7º vice-presidente dos Estados Unidos




     Nesta fotografia adulterada de 1936, à esquerda, Mao Tsé-tung (que na foto está à direita, de mãos na cintura) removeu o dirigente do Partido Comunista da China Po Ku (o primeiro à esquerda na outra foto)


     Aqui, o cosmonauta russo Grigoriy Nelyubov (a cabeça mais alta na foto acima) foi retirado da fotografia, datada de 1961, pois foi expulso do programa – liderada por Yuri Gagarin, o primeiro ser humano a subir ao espaço –, na primeira equipe que saiu da órbita da terra. Supostamente, por mau comportamento.


     Quando, no verão de 1968, Fidel Castro (à direita) aprovou a intervenção soviética na Tchecoslováquia, Carlos Franqui (no meio da foto original) cortou relações com o regime e foi para o exílio na Itália. Sua imagem foi removida dos registros fotográficos. Franqui escreveu sobre o seu sentimento de ser apagado: “eu descubro minha morte fotográfica. Que eu existo? Eu sou um pouco de preto, eu sou um pouco de branco, eu sou um merda, o colete de Fidel”


     Nesta foto, de 1865, uma inclusão, para variar: o General Sherman é visto posando com seus generais, mas o General Francis P. Blair (extrema direita) foi adicionado posteriormente. A foto acima é outra imagem da mesma sessão, na qual o general Blair não estava presente.


     Aqui, nesta montagem de 1864, a ousadia foi maior…

    … o que parece ser o General Ulysses S. Grant na frente das tropas do Norte dos Estados Unidos no City Point, Virginia, durante a Guerra Civil Americana, é resultado de um retrato seu, cavalo e corpo do Major General Alexander M. McCook e ao fundo prisioneiros capturados na batalha de Monte Fisher – e nós podemos saber de sua origem graças ao ótimo trabalho de detetive dos pesquisadores da Biblioteca do Congresso.


     Excluir inimigos de fotografias era uma prática comum de Stalin. Aqui, nessa foto de 1930, um comissário foi banido após cair em desgraça com o ditador soviético.


     Acredita-se que esta fotografia adulterada contribuiu para a derrota eleitoral do senador Millard Tydings, em 1950. A foto de Tydings (direita) conversando com Earl Browder (à esquerda), líder do Partido Comunista americano, foi a intenção de sugerir que Tydings tinha ligações comunistas.



     A chamada Gangue dos Quatro, uma uma facção política radical composta por quatro dirigentes ultrarradicais do Partido Comunista da China que se destacaram durante a Revolução Cultural e foram posteriormente acusados de uma série de crimes, foi retirada da fotografia original de uma cerimônia em memória de Mao Tsé-tung realizado na Praça da Paz Celestial, em 1976.


     Nesta fotografia adulterada, de 1937, Adolf Hitler removeu o ministro da Propaganda, Joseph Goebbels (o primeiro à sua esquerda na foto original). Nunca se soube o motivo.


     Nesta foto de 1939, a exclusão do rei da Inglaterra, George VI (à direita na foto da direita), se deu, provavelmente, para que o primeiro-ministro canadense William Lyon Mackenzie King usasse sua imagem ao lado da rainha Elizabeth num cartaz eleitoral.


    Orgulhoso, o ditador fascista da Itália, Benito Mussolini, excluiu da fotografia o tratador do cavalo, a fim de ficar mais heroico, em 1942.

    Agora as imagens postadas originalmente no blog O Mundo Real , Primeiro as falsas e logo depois suas originais :














    Fontes :
    O Mundo Real
    Veja

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    Segundo a fonte essas são imagens de 1900 a 1912 ( embora eu acho que tem imagens mais antigas e recentes que essas datas), quando o governo chinês ( embora também ache que algumas imagens não são apenas na China)  estava executando uma pessoa após a outra por decapitação. Estes decapitações eram populares entre o público que se reuniram em volta para assistir ao espetáculo e muitas fotos foram tiradas dele.

    As pessoas executadas eram prisioneiros condenados por diversos crimes .

    Curiosamente,que chama bastante a atenção , muitas imagens foram parar em cartões postais  , Legal seria receber um né ?Pai cheguei na China e estou adorando o passeio , te amo 


















































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    Não é de hoje que rola na rede imagens e videos de bares e restaurantes asiaticos que servem uma iguaria nada convencional para os padrões ocidentais : Por sobre os balcões e prateleiras exibem majestosos vidros com o "delicioso " e famoso Vinho De Cobra.



    O "vinho" de cobra não é bem vinho assim tal como conhecemos , afinal todos sabem vinho é feito de uva que não é o caso . Nada mais é que uma bebida fermentada a base de arroz (tal como o saque) que eles usam para fazer suas deliciosas "curtidas".

     O Vinho de cobras teve origem no Vietnam e pode ser encontrada ao redor do Sudeste Asiático. As cobras, de preferência venenosas, são preparadas para que o veneno da cobra seja dissolvido no licor. No entanto, o veneno de cobra é desnaturado pelo etanol, as cadeias de proteínas são destruídas e, portanto, inativadas.



    A cobra é muitas vezes colocada com muitas cobras menores, tartarugas, insetos ou pássaros. O vinho coloca qualquer um de porre mesmo ingerindo pequenas quantidades. O uso das cobras no vinho começou por causa da crença de que as mesmas possuíam qualidades medicinais e que o vinho poderia curar tudo, de resfriados à perda de cabelo, bem como poderia aumentar o desempenho sexual.

    Essas primeiras imagens são da China onde se encontra quase de tudo nas bebidas , como cobras , lagartos , escorpiões , larvas e até um gato (não ,vc não leu errado):
























    Essas outras foram retiradas do site buteco da net , e são do Vietnã :










    Pera!!!!! Ta achando , nessa altura do campeonato que essas bebidas são exclusividade de asiaticos né não ? Mas eis que aqui no Brasil vc tambem encontra essa iguaria , mas aqui é com cachaça mesmo , e com cachaça baiana que por sinal é uma das melhores do Brasil .

     O povoado de Caiçara, em Capim Grosso, resguarda muitas peculiaridades, tanto na sua gente como na sua cultura e tradições pitorescas, e uma delas é o “Museu da Cachaça”, um bar no qual estão resguardadas cachaças que não mais se fabricam, sendo o hobby e maior orgulho do dono do estabelecimento, Ricardo Ferreira de Carvalho (Bidú).

    Mas o que chama ainda mais atenção são as cachaças criadas por ele mesmo, tendo começado com cobras, sendo caçadas no mato e colocadas na garrafa ainda vivas, desafiando assim os amantes da cachaça e os que adoram experimentar o que é diferente.

    E são garrafadas com cobras para todos os gostos, coral, jaracuçu, d’água, duas cabeças, verde e corredeira, peçonhentas que possuem o chocalho a cascavel e o piolho de cobra. Aqueles que se arriscam a experimentar as invenções dizem que gosto é muito bom, um tanto doce e não é muito forte, recomendando a todos que provem.

    Mas como Seu Bidú gosta mesmo de desafios, sempre que pode ele cria novas cachaças, com bichos cada vez mais nojentos ou que assustam, estando à disposição as aguardentes de escorpião e barata, que mesmo assim já foram provadas. A mais recente e da qual ninguém ousou ainda experimentar e a de rato (em evidencia esses dias), que o próprio Seu Bidú capturou e engarrafou. E são por essas e outras que o Bar de Seu Bidú vem chamando atenção, sendo um dos pontos marcantes no município de Capim Grosso.






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  • 11/04/15--18:30: Morte e vida de um viciado



  • Essa é mais uma postagem que vou querer a ajuda de vcs leitores , pois sempre que precisei vcs conseguiram me trazer maiores informações e melhorar o post .

    Como ja disse não tenho informações sobre esse trabalho fotografico , no qual um fotografo acompanhou a rotina de um pai de familia normal , assim como eu e vc , que se perdeu no vicio da heroina e mesmo com a ajuda de sua familia e amigos se definhou com as drogas e aids( contraida devido ao vicio) numa dolorosa batalha perdida ,  no qual o viciado se mata e mata sua familia aos poucos .

    Se alguem conseguir maiores informações sobre as imagens , por favor entre em contato nos comentarios ou no contato@omundoreal.com.br que atualizaremos o post com devidos creditos .

    Dica : Use o scroll bem devagar, aprecie cada detalhe das imagens , e se vc assim como eu , enfrenta problemas com drogas na familia , com certeza fara uma breve reflexão ...


























































     Ps: Fiquei emocionado fazendo esse post , pois como ja disse , tenho serio problemas com drogas na familia ...

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  • 11/05/15--02:19: Seppuku - supostamente real



  • Seppuku ( vulgarmente conhecido no ocidente por haraquiri ou haraquíri ), refere-se ao ritual suicida japonês reservado à classe guerreira, principalmente samurai, em que ocorre o suicídio por esventramento.

     Surgiu no Japão em meados do século XII generalizando-se até 1868, quando foi oficialmente interdita a sua prática.( porem sabemos que não parou por aí )

    Rola na internet essas sequências de imagens , que seria supostamente da segunda guerra mundial e seria imagens reais . Um oficial deve ter "pisado na bola" e teve que cometer o suicido . :











    Aqui parece que ele dá uma exitada  






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    O Voo 123 da Japan Airlines era um voo doméstico de Tóquio para Osaka. O Boeing 747-SR46 mudou a sua rota, colidindo-se no Monte Takamagahara a 100 km de Tóquio, em 12 de Agosto de 1985.






    É o segundo maior acidente da história da aviação, apenas ultrapassado pelo desastre aéreo de Tenerife, e o mais mortífero com apenas um avião. Entre os 520 mortos estava o famoso cantor Kyū Sakamoto.





    O voo saiu às 18h12min. Decorridos os primeiros 12 minutos, enquanto a aeronave alcançava a sua altitude de cruzeiro sobre a baía Sagami, rompeu-se o selo traseiro de pressurização, resultando na perda do estabilizador vertical e outras partes que caíram no mar, despressurizando a cabine e danificando severamente as quatro linhas hidráulicas da aeronave.





    Os pilotos sintonizaram o rádio numa frequência exclusiva para emergências dirigida a Tóquio onde se lhes permitiu a aterragem proporcionando-lhes os vetores principais para uma aterragem de emergência.





    Continuando os problemas solicitaram os vectores de regresso a Haneda e depois a Yokota (onde há uma base militar dos E.U.A.), mas regressaram a Haneda, já que a aeronave começava a voar sem controle.





    Com a perda de controle total das superfícies estabilizadoras o avião começou a oscilar elevando-se e descendo no que é conhecido como um ciclo fugoide, um modo de voo típico em acidentes de aeronaves em que os controlos estão indisponíveis.





     Depois de descer a 4100 m, os pilotos reportaram que a aeronave estava totalmente incontrolável, e sobrevoaram a península de Izu dirigindo-se para o oceano Pacífico e depois para a praia, descendo a 2.100m.





    Os pilotos conseguiram elevar a altitude para 4000 m antes de entrar numa descida vertiginosa através das montanhas e desapareceram do radar às 18h56min, a 2100 m de altitude. Durante as oscilações que precederam a queda da aeronave, os pilotos implementaram uma medida de controle usando a reação das turbinas.





    Os momentos finais do avião ocorreram quando colidiu em uma montanha como resultado da perda de controle, batendo na encosta. Trinta minutos depois da falha até ao momento do impacto, tempo esse que permitiu que alguns passageiros escrevessem notas de despedida a seus familiares.





    Os médicos que ajudaram a recuperar os corpos, muitos dos quais horrivelmente destruídos, igualmente encontraram alguns cujos ferimentos indicaram que tinham sobrevivido ao acidente, apenas para morrer de choque ou de exposição a noite nas montanhas, enquanto aguardam socorro.





    Um dos médico socorristas disse: “Se a descoberta tivesse acontecido dez horas antes, nós poderíamos ter encontrado mais sobreviventes.” 1 4 pessoas sobreviveram milagrosamente : Yumi Yochiai (mulher, 25 anos), Hiroko Yoshizaki (mulher, 34 anos) e sua filha de 8 anos, Mikiko Yoshizaki ; e Keiko Kawakami, uma menina de 12 anos, encontrada nos galhos de uma árvore. 520 morreram no local, quase todos instantâneamente.
















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    Tem 26 anos, é chamado Abul Badzhandar de Bangladesh, e que sofrem de uma doença genética rara, verrugas horríveis que transformaram suas mãos e outras partes do corpo em o que parece ser "raízes de uma árvore".

     No começo, ele não se importava quando apareceram algumas verrugas em suas mãos, mas foram acumulando monstruosamente, que tiraram suas mãos e até a capacidade de cuidar de si mesmo.

    Agora o homem está sendo preparado para a cirurgia para remover cinco quilos de verrugas. As fotos são horríveis.














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    Americanos deu o impulso final da Segunda Guerra Mundial, apagando a partir da face da Terra duas cidades japonesas. Estima-se que no final da guerra ,mais de dois milhões de pessoas morreram.

    As bombas atômicas foram lançadas em 6 de agosto, 1945 em Hiroshima, e três dias depois, em 9 de agosto em Nagasaki. Mais de 70 anos se passaram desde que este hediondo, e talvez o evento mais trágico na história da humanidade.




    Nem o pior pesadelo de alto comando japonês imaginou o cenário de frente para o Império, em 9 de agosto de 1945. Na manhã daquele dia caiu da segunda bomba atômica sobre o território japonês.

    Estas fotos deve ser um aviso para todos nós. Um exemplo horrível do desastre que deixa a guerra e bombas atômicas. Algumas fotos são bastante fortes.




    Estima se que os dois ataques mataram mais de 120.000 pessoas .



    Milhares morreram meses mais tarde devido a radiação



    Aqueles que estavam no epicentro da explosão morreu instantaneamente. Aqueles que estavam mais longe morreu após uma agonia terrível.





    Muitos daqueles que tiveram a sorte de sobreviver, não podia nem descansar sobre seus ombros, devido à pele rasgada a partir deles.



    Algumas das vítimas, aqueles que ainda sobreviveram vivem hoje, com marcas inextinguíveis.




    Algumas das vítimas deixou apenas a "sombra nuclear". Eles foram pulverizadas, literalmente, sem deixar vestígios.




     Sumiteru Taniguchi conseguiu sobreviver à explosão da bomba nuclear sobre Nagasaki. com 16 anos. Radiação queimou a maior parte de sua pele e os músculos.


     Os ferimentos foram curados depois de dois anos! Mas até hoje , de tempos em tempos, tem que usar sobre as feridas uma pomada especifica , porque  ainda sente algum desconforto.


    No momento da explosão, ele estava andando de bicicleta a uma distância de 1,8 quilómetros do epicentro!

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    O Dia da Memória das Vítimas do Genocídio Armênio é assinalado anualmente em 24 de abril. Naquele dia em 1915, os melhores representantes da intelectualidade armênia foram lançados nas masmorras do Império Otomano: 800 professores, médicos, sacerdotes, escritores, pintores e personalidades públicas tornaram-se as primeiras vítimas de repressões. A seguir, começou a matança e a deportação forçada de naturais da Armênia Ocidental.


    http://hayabusa3.2ch.net/
    http://portuguese.ruvr.ru/2013_04_23/genocidio-armenio-deve-ser-reconhecido-mundialmente/





    O termo Genocídio armênio trata da matança e deportação forçada de centenas de milhares ou até mais de um milhão de pessoas de origem armênia que viviam no Império Otomano, com a intenção de exterminar sua presença cultural, sua vida econômica e seu ambiente familiar, durante o governo dos chamados Jovens Turcos, de 1915 a 1917. Caracterizou-se pela sua brutalidade nos massacres e pela utilização de marchas forçadas com deportações, que geralmente levava a morte a muitos dos deportados.



    Apesar de até hoje a Turquia negar o ocorrido, está firmemente estabelecido que foi um genocídio, e há evidências do plano organizado e intentado de eliminar sistematicamente os armênios. É o segundo mais estudado evento desse tipo, depois do Holocausto dos judeus na Segunda Guerra Mundial. Vários estudiosos afirmam que, em 1939 nas vésperas da invasão da Polônia, Hitler teria pronunciado a seguinte frase:

    “ Afinal quem fala hoje do
                              extermínio dos armênios? ”




    Genocídio armênio deve ser reconhecido mundialmente
    Os resultados do primeiro genocídio do século XX, organizado pelo partido turco União e Progresso, são monstruosos. Foram mortos um milhão e meio de armênios, isto é cerca de metade do povo armênio naquela altura. Só sobreviveram os armênios que viviam no Império Russo e os refugiados de origem armênia em terceiros países. Passaram quase 100 anos desde então e, durante todo este período, o povo armênio luta pelo reconhecimento e a condenação internacional do genocídio, diz o diretor do Instituto de Estudos Orientais da Academia Nacional de Ciências da Armênia, Ruben Safrastian:

    “Foi não apenas um crime contra o povo armênio, foi um crime contra toda a humanidade. O reconhecimento do genocídio pela comunidade mundial é importante não apenas do ponto de vista moral, porque restabelece a justiça, mas também para prevenir possíveis genocídios futuros”.




    A República da Turquia tem seguido durante toda a sua existência uma política de falsificação dos acontecimentos de 1915, continua Ruben Safrastian:

    “Infelizmente, esta política continua até hoje. Ao mesmo tempo, vimos nos últimos anos que na sociedade turca aparecem grupos de intelectuais, estudantes, cientistas que expressam opiniões diferentes da política oficial. Espero que, com o passar do tempo, o número de tais pessoas na Turquia cresça”.


    Os crimes contra o povo armênio que tiveram lugar no Império Otomano, devem ser dados a conhecer em várias línguas do mundo, aponta o diretor do Instituto de Pesquisas Políticas e Sociais da Região do Mar Negro e do Cáspio, Vladimir Zakharov:


    “Na Alemanha, França, Itália e em outros países estão arquivados materiais dedicados ao genocídio armênio, uma parte dos quais é publicada, inclusive em russo. Mas é necessário publicá-los também em inglês, para que o mundo possa sentir o horror daquilo que aconteceu no Império Otomano. Agora na Turquia prevalece a opinião de que teriam sido territórios abandonados por armênios. Não é verdade, ninguém os abandonou. Os armênios foram massacrados e deportados, muitos morreram pelo caminho. Já sou velho e ainda na infância ouvi histórias daqueles que sobreviveram ao genocídio. Meus vizinhos eram armênios. Eles contavam como conseguiram salvar-se e o que ocorreu em 1915. Conheço-o da boca de testemunhas”.





    O genocídio armênio é reconhecido oficialmente por 21 países do mundo, inclusive pela Rússia. 43 dos 50 estados americanos manifestam-se também pelo restabelecimento da justiça histórica. Entre as organizações internacionais que reconheceram o genocídio figuram a Comissão de Crimes Militares das Nações Unidas, o Parlamento Europeu e o Conselho Mundial de Igrejas.

    http://www.dogguie.net/genocidio-de-armenios-en-turquia-algo-para-no-olvidar/





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    Leopoldo II nascido em Bruxelas, a 9 de abril de 1835 morto em Laeken, a 17 de dezembro de 1909, foi o segundo rei dos belgas. Era o segundo filho do rei Leopoldo I, a quem sucedeu em 1865, permanecendo rei até sua morte. Foi irmão da imperatriz Carlota do México e primo-irmão da rainha Vitória do Reino Unido.

    Os escravos que eram considerados "preguiçosos", estavam sujeitos a uma punição brutal.




    O regime da colônia africana de Leopoldo II, o Estado Livre do Congo, tornou-se um dos escândalos internacionais mais infames da virada do século XIX para o XX. O relatório de 1904, escrito pelo cônsul britânico Roger Casement, levou à prisão e à punição de oficiais brancos que tinham sido responsáveis por matanças a sangue frio durante uma expedição de coleta de borracha em 1903 (incluindo um indivíduo belga que matou a tiros pelo menos 122 congoleses).


    Leopold acreditava fervorosamente que colônias ultramarinas foram a chave para a grandeza de um país, e trabalhou incansavelmente para adquirir território colonial para a Bélgica. Leopold, eventualmente, começou a adquirir uma colônia de modo privado, como um cidadão comum. O governo belga emprestou-lhe dinheiro para este empreendimento.


    Leopoldo II 


    Em 1868, quando Isabel II foi deposta como Rainha da Espanha, Leopold tentou tirar proveito de seu plano original para adquirir as Filipinas. Mas sem fundos, ele não teve sucesso. Leopold então concebeu outro plano mal sucedido como estabelecer as Filipinas como um Estado independente, o que poderia, então, ser governado por um belga. Quando ambos os planos fracassaram, Leopold mudou suas aspirações de colonização para a África.

    Mapa Belga do Congo de 1884


    Em 1876 Leopold organizou uma companhia privada disfarçada como uma associação científica e filantrópica internacional, o que ele chamou de Sociedade Internacional Africana, ou a Associação Internacional para o Estudo e Civilização do Congo.

    Incontáveis mulheres e crianças tiveram seus braços cortados fora, simplesmente porque suas famílias não conseguiram bater a cota de trabalho.



    Em 1878, ele contratou o famoso explorador Henry Stanley para explorar e estabelecer uma colônia na região do Congo. Grandes manobras diplomáticas resultaram na Conferência de Berlim de 1884-1885 sobre assuntos africanos, em que representantes de catorze países europeus e os Estados Unidos, reconheceram Leopold como soberano da maior parte da área para a qual ele e Stanley haviam reinvidicado. Em 05 de fevereiro de 1885, o Estado Livre do Congo , uma área 76 vezes maior do que a Bélgica, foi estabelecido sob as regras pessoais e exército privado de Leopold II, a "La Force publique".



    Escravos seguram as mãos de quem havia acabado de ser amputado. (Aparentemente, forçados a segurarem as mãos, apenas para tomarem a foto. NDT. ONE)




    Leopold, em seguida, acumulou uma enorme fortuna pessoal através da exploração do Congo. O primeiro foco econômico da colônia era o marfim, mas esta não deu os níveis esperados de receita. Quando a demanda global por borracha explodiu, as atenções se voltaram para o trabalho intensivo de coleta de seiva de seringueiras.


    Braços cortados.


    Abandonando as promessas da Conferência de Berlim na década de 1890, o governo do Estado Livre restringiu o acesso externo e forçou os nativos a trabalharem como escravos. Abusos, especialmente na indústria da borracha, incluído a efetiva escravização da população nativa, espancamentos, assassinatos generalizados, e frequente mutilação de homens, mulheres e crianças quando as cotas de produção não eram cumpridas.


    Um escravo observa com tristeza, a mão e o pé amputado da própria filha.


    O autor e jornalista norte-americano Adam Hochschild, em seu livro King Leopold's Ghost, escreveu que houve um "grande esquecimento" depois que o rei transferiu a posse de sua colônia à Bélgica. Ele cita várias linhas de investigação, pelo antropólogo Jan Vansina e outros, que analisaram fontes locais (registros policiais, registros religiosos, tradições orais, genealogias, diários pessoais, e "muitos outros"), que geralmente concordam com a avaliação da comissão do governo belga de 1919: cerca da metade da população pereceu durante o período de Estado Livre.


    Esta menina teve a mão e o pé amputados.


    Hochschild lembra que, em sua visita ao Museu Real da África Central na década de 1990, nada era mencionado a respeito das atrocidades cometidas no Estado Livre do Congo. Outro exemplo dado por Hochschild é o monumento, em Blankenberge, de um colono "trazendo a civilização" com uma criança negra aos seus pés, ilustrando mais o chamado "grande esquecimento". Adam Hochschild dedicou um capítulo inteiro do seu livro ao problema da estimativa do total de mortes...Chegando a um número aproximado de 10 milhões de pessoas.

    Nem sempre os que não cumpriam com a cota de produção, tinham as mão amputadas, mas invariavelmente quebravam os seus braços. 


     
    Mesmo meninas, tinham suas mãos cortadas fora como forma de punição. 


    Governante humilhando uma congolesa nua.


    Crianças de tenra idade, também estavam sujeitas a mesma punição, caso não cumprissem com a sua cota diária de coleta de seiva.


    Esta foto da Wikipédia possui a seguinte legenda na própria imagem: "A foto se infiltrou em todos os lugares"


    Muitas famílias de escravos eram mantidos presos com correntes para evitar que fugissem.


    Acorrentados com cadeados.


    A foto mostra um membro de "La Publique Force", aplicando uma punição a um escravo.


    Escravos acorrentados com os soldados de "La publique force".


    Com vergonha, este homem oculta os braços amputados.


    Como podem ver no homem à direita, a punição Belga se estendia a amputação de narizes e orelhas também.





    Durante o governo Belga, o povo congolês viveu na miséria






    ONE
    china.com
    en.wikipedia.org/wiki/Leopold_II_of_Belgium

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    Postagem copiada descaradamente do blog rusmea.com do grande amigo Rusmea , dos blog rusmea.comcurionautas.com.br e que tambem nos honrou em ter participado do blog O Mundo Real


    Cupinchas!
    A maioria das pessoas sabe que a Coreia do Norte é um país estranho, assustador e de certa forma, distante, muito distante...
    Mas estas fotos do fotógrafo Eric Lafforgue mostram um lado ainda mais sombrio do país, que a maioria das pessoas não conhece...

    Continua adaptação:
    Confira também: O incidente do machado - A árvore que quase desencadeou a 3ª Guerra Mundial

    "Eric bravamente explorou a Coreia do Norte seis vezes, contrabandeando de volta as evidências fotográficas. Ele foi capaz de transportar essas fotos para além das fronteiras do país comunista, usando cartões de memória digital. Ele passou sérios riscos, mas o resultado, sem dúvida alguma, valeu a pena.

    Lafforgue queria mostrar que os norte-coreanos são seres humanos que também sofrem, não robôs.

    'Este soldado estava dormindo em um campo. Esta foto realmente contribuiu para que me banissem do país.' 


    'Eu fui banido depois da minha última viagem, em setembro de 2012, quando eu publiquei algumas fotos na web. Os norte-coreanos viram e me pediram para excluí-las, pois julgaram ser muito ofensivas. Eu Recusei, já que pensei ser injusto não mostrar a realidade do país', disse ele ao site News.com.au. Ele disse que a vida fora de Pyongyang e das principais cidades era difícil para os moradores.

    'Uma mulher no meio de uma multidão de soldados.
    Esta imagem não era para ser tomada, já que oficialmente não são permitidas fotos que mostrem o exército.'

    'A vida é brutal em muitos lugares da Coreia do Norte, longe do padrão ocidental.'



    Kim Jong-un
    Em uma pequena vila de pescadores, em que Lafforgue visitou várias vezes, ele foi tratado como um convidado de honra. A cidade era tão isolada que nunca haviam visto um telefone celular e eles passavam seus dias pescando e cultivando algas.
    'Mesmo com a sua vida difícil, eles me disseram, com lágrimas nos olhos, que veneram os queridos líderes... Ainda que às vezes, eles não tenham muito o que comer.'
    Estas são as fotos que o líder Kim Jong-un não queria que o mundo lá fora visse.

    'O exército norte-coreano é considerado um dos mais importantes do mundo. Mas ao viajar para lá, se vê muitas vezes os soldados fazendo tarefas servis, como ajudar os agricultores'
    'Fora das áreas urbanas. Essa cena é bastante comum.'
    'O sistema de metrô de Pyongyang é o mais profundo do mundo, uma vez que funciona como um abrigo antibombas. Alguém me viu tomando essa foto e me disse para excluí-la, já que mostrava o túnel.'
    'As autoridades norte-coreanas odeiam quando tomam esse tipo de imagem. Mesmo quando eu explicava que a pobreza existe em todo o mundo, mesmo no meu país, eles me proibiam de tirar fotos dos pobres.'
    'Quando os tempos são difíceis (como geralmente são aqui), as crianças podem ser encontradas trabalhando para as comunidades agrícolas.'
    'Durante muito tempo, as proibições contra a venda no mercado ilegal foram rigorosamente cumpridas. Vendedores do mercado cinza são mais comuns. Eles ganham um pouco de dinheiro vendendo cigarros ou doces.'
    'No dia do festival Kimjongilia, milhares de norte-coreanos devem fazer fila para visitar vários monumentos.'

    'Pyongyang era para ser a vitrine da Coréia do Norte, de modo que os exteriores dos edifícios são cuidadosamente mantidos. Mas quando se tem a rara oportunidade de olhar dentro, a verdade sombria se torna aparente.'
    'Como os carros se tornaram mais difundidos em Pyongyang, os camponeses ainda estão se acostumando a vê-los. Crianças brincam no meio das principais avenidas como antes, quando não haviam carros à vista.'
    'Uma noite, no caminho de volta para o hotel, meu ônibus teve que tomar uma rota alternativa devido ao fechamento de ruas. Quando passamos por edifícios antigos, os guias me pediram para não fotografar com flash. A razão oficial era para evitar de assustar às pessoas.' 
    'Uma visita à uma casa rural. Aquelas casas e as famílias que ali vivem, são cuidadosamente selecionadas pelo governo. Mas, às vezes, um detalhe como um banheiro usado como cisterna, mostra que os tempos são difíceis.'

    'O transporte público que liga as principais cidades é quase inexistente. Os cidadãos precisam de autorização para ir de um lugar para outro. Nas estradas, se pode avistar soldados pedindo carona.'

    'Mostrar a pobreza é proibido, mas a exibição de riqueza também é um grande tabu na Coréia do Norte. Em um parque, em uma tarde de domingo, eu encontrei este carro que pertence a alguém da elite de Pyongyang. Os donos estavam fazendo um churrasco.'
    'É proibido tirar fotos de soldados relaxando.' 
    'Também é proibido fotografar má nutrição.'

    'Se pode encontrar todos os tipos de comida e bebidas em dois supermercados de Pyongyang, onde as coisas são vendidas em ambos euros e wons. Eles têm até água Evian. Só a elite pode comprar lá.'

    'Não é um circo, eles são trabalhadores em um país com baixos padrões de segurança.'

    'Ao visitar o parque aquático em Pyongyang, se pode fotografar os animais, mas não os soldados que compõem 99 por cento da multidão.'
    'A paranoia é forte na mente norte-coreana. Tirei esta foto, em um parque de diversões, de uma mãe e um criança cansadas descansando em um banco. Pediram-me para apagar a imagem pois os guias cismaram de que eu teria dito que essas pessoas eram sem-teto.'

    'Isso nunca deveria acontecer: uma vassoura em pé na base da estátua de Kim Il Sung em Mansudae, em Pyongyang.' 

    'Esse tipo de imagem é generalizada no oeste, cujas legendas explicam que muitas vezes os norte-coreanos comem grama do parque. Os guias ficam furiosos se tomam uma foto dessas.'
    'Quando se visita as famílias, os guias adoram que tirem fotos para mostrar ao mundo que as crianças têm computadores. Mas quando eles vêem que não há eletricidade, então eles te pedem para que delete as fotos.' 
    'É absolutamente proibido tirar uma foto das estátuas de Kim, por trás. É considerado muito grosseiro.'
    'Fila é um esporte nacional para os norte-coreanos. Esta é a fila para o ônibus.'
    'Isto é o que acontece quando o ônibus quebra.' 

    'No centro de arte de Pyongyang, tivemos uma queda de energia, um evento diário que norte-coreanos odeiam que mostrem. Quando isso acontece, eles dizem que é por causa do embargo americano.'

    As fotos que Eric Lafforgue foi capaz de surrupiar para fora do país são impressionantes. O povo da Coreia do Norte enfrentam muitas dificuldades e temem o seu próprio governo, mas eles também são ferozmente leais ao seu líder. É uma estranha combinação de pobreza, orgulho e pesada influência do governo.
    Confira o site de fotografias de Eric com mais fotos. É incrível que um país como a Coréia do Norte ainda exista hoje em dia."

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    Um dos castigos mais cruéis da China e de toda a história da humanidade, foi, sem dúvida, o Ling-chi (Ling-chy). Ling-chi significa: “tortura com faca”, “cortado em mil pedaços”, porém é mais conhecido por “Morte por mil cortes”. Foi a forma mais bizarra e cruel de execução utilizada na China de 900 d.C. até sua abolição em 1905.





    Ling-chi poderia ser utilizado como forma de tortura e execução de uma pessoa, como também poderia ser aplicado como um ato de humilhação depois da morte. Receberam tal castigo aqueles que cometeram crimes contra o sistema de valores morais tais como, atos de traição, assassinato em massa, parricídio (matar um parente próximo) ou o assassinato de um mestre ou patrão, porém imperadores utilizaram este método constantemente para ameaçar as pessoas, como forma de impedir delitos menores. Alguns imperadores também fizeram uso desta punição para membros traidores da família e seus inimigos.





    Geralmente o condenado era amarrado em pedaços de madeira em forma de cruz ou então apenas em um tronco. Nas execuções mais recentes dava-se ópio aos condenados como anestésico, não como um ato de “piedade” , mas para que estes não desmaiassem rapidamente e ficassem conciente por mais tempo. 





    Primeiramente a vítima tinha os olhos cortados para que ficasse cega, aumentando assim o seu horror. Então o carrasco lentamente e metodicamente, ia cortando com lâminas finas e afiadas várias partes do corpo do apenado, tais como, dedos das mãos e dos pés, nariz, orelhas, lábios. Em um certo tempo utilizava-se uma espécie de sorteio de facas com inscrições das partes do corpo onde deveriam ser utilizadas, porém logo se aboliu o método pelo fato de em algumas circunstâncias o carrasco sorteava de primeira opção, a faca utilizada para o golpe de misericórdia, acabando assim com o “espetáculo”.





    Em seguida, eram feitas incisões nas partes mais “carnudas” do corpo como peito, músculos dos braços, costas, nádegas, panturrilhas, coxas, levando à amputação de membros, seguido pelo golpe de misericórdia que poderia ser a decapitação ou uma facada no coração.




    Todo o procedimento poderia durar até, em média 3 dias, dependendo da gravidade dos crimes cometidos. Logo após o golpe de misericórdia, o corpo era cuidadosamente cortado em pequenos pedados e colocados em um cesto e exposto para a população servindo como exemplo. Depois, a carne das vítimas poderia ser vendida para a medicina chinesa ou então cremada.





    Registros contam a execução de Yuan Chonghuan, um famoso patriota e militar comandante da Dinastia Ming pela morte dos mil cortes. Seu processo de morte durou três dias e o seu corpo foi dividido em 3.600 pedaços.( não me perguntem se contaram , apenas copiei isso de um blog gringo rsrs)





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    O lago Roopkund situado no Himalaia indiano e que em 1942 foi descoberto esse lago que continha nele e seu arredor cerca de 600 esqueletos humanos , vou tentar passar pra vcs o que da pra traduzir do google tradutor confira:




    Uma história trágica, no sopé do Himalaia


    Século IX tarde, no Himalaia, um grupo de quase 600 pessoas a pé mais de 5.000 metros de altura por um lugar gelado e longe das rotas conhecidas. Sob a colina com vista para um pequeno lago glaciar. Condições são duras, o frio é extremo e mover neve mais e mais difícil, ninguém no grupo ia suspeitar que iria cair uma chuva tremenda  e matar todos naquele lago pequeno que  anos depois ficou conhecido  como "o lago de esqueletos", sendo seus próprios ossos que dão nome a este lugar distante.





    Roopkund Lago está localizado na Índia, no estado de Uttarakand, perto do Himalaia. Em 1942, uma zona de segurança no Lago foi encontrado varios esqueletos humanos, a primeira pesquisa conduzida apontou para um grupo nômade foi morto no local por uma epidemia, ou talvez uma tempestade ou avalanche, a datação dos ossos a principio seria entre os seculos 12 a 15.. Em 2004 houve outra investigação mais séria e resultados muito mais precisos sobre o que aconteceu há séculos antes, muitos crânios foram investigados e encontraram neles algumas fraturas peculiares que mais tarde foram associadas com granizo, de tamanho considerável. O tempo frio na região ao longo do ano ajudaram a manter muitos restos em bom estado, até mesmo um corpo mumificado quase intacta. Estudos de DNA concluiu que havia duas tribos distintas entre os mortos, um menor fortes e, possivelmente, outros indígenas e superior, mas também relacionado com o primeiro.





    Estima-se que ha cerca de 600 esqueletos no lago e ao redor do lago e todos eles morreram dentro de um curto período de tempo, deixando bem aceita a teoria da chuva de granizo. Durante a passagem dos anos, deslizamentos de terra e avalanches foram deslizando os corpos para o lago, mas especialistas dizem que eles morreram na parte mais alta da encosta. Durante a maior parte do ano, os restos mortais são cobertos por neve e gelo, e apenas por um curto período do ano, durante o degelo irá revelar os esqueletos espalhados.





    Ninguém sabe por que ele era um grupo tão grande de pessoas em um lugar como aquele, de onde vieram, ou onde eles estavam indo, porque naquela época não havia nenhuma rota conhecida para Nepal naquele lugar.





    Hoje é celebrado um culto no lago que acontece a cada 12 anos, em que os fiéis se banhar em suas águas e honrar aqueles que perderam suas vidas lá.













    Gostaram????


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    Estes são os últimos sobreviventes de uma colônia de leprosos chineses que foram banidos da sociedade, pois muitos acreditavam que eles foram amaldiçoados.

    Em Luduo, província de Yunnan, cerca de 80 pacientes foram colocadas em quarentena, quando foi estabelecido pela primeira vez.

    Mas a maioria já morreram no acampamento sem nunca ver seus parentes novamente, mesmo depois que eles foram curados, por causa do estigma associado à doença.

    Agora apenas sete permanecem.








    Lepra, também conhecida como doença de Hansen, é causada pela bactéria Mycobacterium leprae, que danifica a pele e do sistema nervoso periférico.

    Um mito comum é que as partes do corpo pode cair, mas pode causar membros para tornar-se insensível ou doente de infecções secundárias.

    Colônias de leprosos generalizou-se na Idade Média, particularmente na Europa e na Índia, porque as pessoas temiam porque a doença desfigurante era altamente contagiosa.
    Durante séculos, muitas culturas também viu isso como uma maldição ou um castigo dos deuses, deixando só os sacerdotes ou homens santos capaz de tratá-la.





    Os médicos ainda não tem certeza exatamente como a lepra se espalha, embora seja pensado para ser transmitida através de gotículas no ar através de tosse e espirros.





    A doença tornou-se curável em 1941 e sofredores podem agora ser facilmente tratada com um tratamento multi-droga (MDT) por seis a 12 meses.

    Quando tratada precocemente, a doença não é incapacitante e não deixa marcas em tudo.





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  • 03/04/16--19:30: A estrada da morte boliviana
  • A Estrada da Morte liga La Paz a Coroico, tem ao seu norte, entre os quilômetros 61 e 69, o trecho mais assustador de todas as estradas do mundo.



    Tanto que foi considerada, em 1995, pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento, "a estrada mais perigosa do planeta". Nesse trecho, por ano, morriam cerca de 200 a 300 viajantes, que acabaramm despencando montanha abaixo.






    A estrada é uma das poucas rotas que atravessam a Amazônia boliviana seguindo até a capital do país.






    No final de 2006, depois de 20 anos de trabalhos, uma nova estrada paralela foi aberta ao tráfego. Agora com pontes, drenagens de água, pavimento, proteções e várias faixas.





    Como resultado, a antiga Estrada da Morte é muito menos utilizada por carros e bem mais procurada pelos bikers e viajantes aventureiros, que curtem a mata em suas trilhas.





    A estrada, famosa por seu perigo extremo tem uma largura de pista simples com despenhadeiros, curvas fechadas, passagens estreitas e nada de proteção. 





    O nevoeiro e a chuva da região prejudicam a visibilidade e a superfície da estrada lamacenta dificultam ainda mais a viagem por esta estrada





    O perigo da estrada ironicamente tornou um popular destino turístico a partir dos anos 1990, atraindo caçadores de emoções.





    Hoje é um dos destinos favoritos para downhill bike, no trecho de 64 km de descida contínua. Há agora muitos operadores turísticos para esta atividade, fornecendo informações, guias, transporte e equipamentos.






    A Aventura começa a 4650mts de altitude no alto de La Cumbre, até entrar no percurso "off-road" e de aí, sempre descendo até os 1200mts.
















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    Essa postagem é de autoria de Rusmea , dos blogs curionautas.com.br  rusmea.com




    Durante os governos ditatoriais do Uruguai e Argentina, naqueles longínquos anos da década de 1970, milhares de jovens que lutavam contra aquele sistema de governo, foram capturados, torturados e executados através de operações militares como a operação condor, realizada em conjunto entre o governo uruguaio e argentino, que consistia de amarrar o condenado, às vezes sedá-lo, e simplesmente lançá-lo de aeronaves de encontro ao vazio da noite sobre o mar…
    ONE
    Os “voos da morte” são uma forma de extermínio praticada por regimes ditatoriais consistindo de lançar em pleno voo, pessoas ao mar. Os “voos da morte” foram uma estratégia constante das últimas ditaduras militares na Argentina, na época do chamado Processo de Reorganização Nacional (1976-1983), quando milhares de argentinos foram lançados ao mar vivos de aviões militares.
    Os executores desses voos queriam que as pessoas se afogassem ou fossem devoradas por animais marinhos e assim, serem dadas por desaparecidas, no entanto, como havia uma possibilidade de que os corpos voltassem à costa do mar, em alguns casos extremos, os voos da morte lançavam pessoas em crateras de vulcões.

    Em 1976 apareceram na costa do leste do Uruguai, vários corpos destruídos, segundo documentam depoimentos de várias testemunhas em Cabo Polonio. Já em 1977, durante o regime militar apareceram vários corpos na costa dos balneares atlânticos de Santa Teresita e Mar do Tuyú, Há 300 km ao sul da Cidade de Buenos Aires.
    Os cadáveres foram enterrados rapidamente como Sem Nome no cemitério de General Lavalle, mas previamente os médicos policiais que interviram, informaram que a causa de morte foi “choque contra objetos duros a partir de grande altura”
    Numerosos corpos recuperados na costa argentina e uruguaias puderam ser identificados como provenientes de diferentes Centros Clandestinos de Detenção. Os primeiros, lançados ao mar em maio de 1976 estiveram sequestrados no Centro clandestino de detenção (Campo de Mayo).
    Outro grupo, lançado ao mar em dezembro de 1977 provinha da ESMA (Escuela de Mecánica de la Armada = Escola de Mecânica da Armada). Um terceiro grupo lançado em fevereiro de 1978, teria sido mantido no Campito (Campo de Mayo).
    Os últimos corpos recuperados, lançados no final de 1978, haviam passado os seus últimos dias de vida no Centro clandestino de detenção Olimpo.
    Durante o primeiro governo democrático após a ditadura sob a presidência de Raúl Alfonsín, e ante a CONADEP (Comissão Nacional sobre o Desaparecimento de Pessoas), Arnoldo Bondar, empregado civil da base El Palomar sugeriu que também a polícia da província de Buenos Aires, eliminava às vítimas da repressão ilegal desta maneira:
    “Em repetidas oportunidades vi chegar caminhões da polícia da Província carregados de jovens de ambos os sexos que eram embarcados em aviões a motor de duas hélices, geralmente da Armada. Desconheço o destino”. Declarou Bondar ante a comissão que pesquisou os crimes cometidos pela Ditadura Militar.
    Em 1995, o ex-repressor da ESMA Adolfo Scilingo, narrou extensamente ao jornalista Horacio Verbitsky, a metodologia de extermínio ao que os próprios executores se referiam como voos.O depoimento foi depois publicado como livro, com o título de “El vuelo”.
    Scilingo, em seus depoimentos, detalha o procedimento, a autorização da Igreja Católica, a utilização de injeções anestésicas, a participação de médicos nas operações, o tipo de aviões (Electra,8 Skyvan9 ) a ampla participação dos oficiais, a utilização do aeroporto militar que se encontra no Aeroparque Jorge Newbery (cidade de Buenos Aires)

    Os voos foram comunicados oficialmente por Mendía (vice-almirante da Armada) poucos dias após o golpe militar de março de 1976. Foi informado que o procedimento para a manipulação dos subversivos na Armada seria sem uniforme e usando tênis, jeans e camisetas. Explicou que os subversivos não seriam fuzilados na Armada, já que não queria ter os problemas sofridos por Franco na Espanha e Pinochet no Chile. 
    Também não podiam “ficar contra o Papa” mas a hierarquia eclesiástica foi consultada e foi adotado um método que a Igreja considerava cristão, ou seja, pessoas que decolam em um voo e não chegam ao destino. Ante as dúvidas de alguns marinheiros, foi esclarecido que “se atiraria os subversivos em pleno voo”. Após os voos, os capelães tratavam de consolar os envolvidos com as execuções, lembrando um preceito bíblico que fala de “separar a erva daninha do trigo”.
                    Entrevista realizada por Martín Castelhano a Adolfo Scilingo o 4 de outubro de 1997.
    Além da ESMA, há referências aos mesmos no Campo Olimpo, no Campo Pérola, no Campito (Campo de Mayo). Neste último, o Centro clandestino de detenção (CCD) foi instalado próximo do aeródromo precisamente para facilitar o translado dos detentos aos aviões. A Força Aérea uruguaia reconheceu em 2005 que realizavam voos da morte em conjunto com as Forças Armadas argentinas (Operación Cóndor).
    Scilingo declarou também ante o juiz espanhol Baltasar Garzón, a quem lhe indicou que também foram recolhidos  prisioneiros na base que a marinha de guerra possui em Ponta Índio (Província de Buenos Aires).O Centro clandestino de detenção conhecido como “Quinta de Funes” em Rosario se encontrava localizado a 400 metros do aeroporto e há constâncias de que detentos desaparecidos ali foram lançados ao mar, na zona da Baía de Samborombón (província de Buenos Aires).
    Se bem existem poucos dados, o desaparecimento dos detentos-desaparecidos lançados ao mar de aviões parece ter sido um método generalizado, assim como as fossas comuns clandestinas. O próprio Scilingo indicou que o procedimento dos voos da morte custaram a vida de umas 4400 pessoas e dependia diretamente do Almirante Emilio Massera e um gabinete especial que o assessorava.
    Segundo o depoimento de Scilingo no livro “El Vuelo”, a armada em sua totalidade estava envolvida nos voos da morte, que não eram uma medida isolada nem realizada por um grupo dentro da força, mas sim, pela força como tal, com todo o aval institucional.
    Em novembro de 2004 a Equipe Argentina de Antropologia Forense (EAAF) descobriu que os restos de uma pessoa enterrada como Sem Nome no cemitério de General Lavalle (Província de Buenos Aires) correspondia a um desparecido durante a ditadura militar.
    Procederam então a revisar os livros do cemitério e descobriram que essa pessoa e outras cinco haviam sido encontradas nas praias entre os dias 20 e 29 de dezembro de 1977, suspeitando então que poderiam ter sido todas vítimas de um mesmo voo da morte.
    Poucos dias depois os corpos foram exumados.
    No lapso de alguns meses, foi possível estabelecer que se tratavam dos restos das Mães da Praça de MaioEsther BallestrinoMaría Eugenia PonceAzucena Villaflor,19 a militante Angela Auad e a freira francesa Léonie Duquet. Em abril de 2006 esperava-se encontrar também a Alice Domon, a outra freira francesa sequestrada e torturada com o grupo.
    “É a primeira vez que se recuperam corpos do mar, em que são identificados e vinculados claramente à detenção, posterior desaparecimento e reclusão em um centro clandestino de detenção, neste caso a Escola de Mecânica da Armada (Esma)”, precisou Ana María Careaga, filha de uma das vítimas.
    A Equipe Argentina de Antropologia Forense determinou também que os corpos apresentavam “fraturas múltiplas a nível de membros superiores e inferiores e crânio, compatíveis com a queda de altura contra uma superfície dura que poderia ser o mar”.
    Todas elas se reuniam regularmente na Igreja da Santa Cruz, no bairro de San Cristóbal, onde foram sequestradas entre o 8 e 10 de dezembro de 1977, levadas à ESMA, torturadas durante aproximadamente 10 dias, transladadas em avião e lançadas vivas ao oceano, à altura do balneário turístico de Santa Teresita ao redor do 20 de dezembro de 1977.
    Seus corpos foram arrastados pelas correntes até a praia e enterrados rapidamente pela polícia local como Sem Nomes, não sem antes deixar registrado de que a morte fora produzida por uma queda de grande altura.
    A informação fornecida por Adolfo Scilingo não foi a única que permitiu reconstruir os Voos da Morte. Pese aos amplos pactos de silêncio entre os envolvidos, alguns membros da armada desgastaram com o correr dos anos e narraram a outros o acontecido.
    Um deles foi Emir Sisul Hess, quem integrou a Escuadrilha Aeronaval de Helicópteros entre os anos 1976 e 1977, com sede na Base Aeronaval Comandante Espora.
    Retirado da força e enquanto trabalhava em Villa La Angostura, Hess contou a José Luis Bernabei, empregado do mesmo complexo turístico onde trabalhava Hess, como “lançavam (às pessoas) ao Rio da Prata e que ele era piloto. Nomeou como parceiro a Ricardo Cavallo.
    Dizia que os voos saíam de Palomar ou Morón, que lhes punham uma saco na cabeça, subiam os condenados em aviões e os transladavam até que eram lançados”, indicou Bernabei ante o Tribunal de Juan José Galeano. A causa iniciada pelos depoimentos de Hess está a cargo do Juiz Sergio Torres, a cargo do processo ESMA, onde se encontra também a causa 3227/02 pelos voos da morte.
    Nesse enquadramento, a justiça argentina conta com uma compilação de listagens e relatos de marinheiros que seguem sem processamento ante a justiça.
    Durante o processo ESMA, o repressor Antonio Pernías admitiu a existência dos voos da morte nos quais pessoas vivas eram lançadas ao Rio da Prata.
    Em 2014 foi realizado processo conhecido como ESMA III na qual são julgados oito aviadores navais e da Prefeitura acusados pelos voos da morte.
    Em 23 de abril de 2014 a Câmara Federal de Casação Penal confirmou a pena a prisão perpétua pelos crimes contra os direitos humanos, cometidos na Escola de Mecânica da Armada durante a ditadura militar da década do 1970, Jorge Eduardo AcostaAlfredo AstizAntonio PerníasOscar Montes, Raúl Scheller, Ricardo Cavallo, Alberto González, Néstor Savio, Adolfo Donda, Julio Coronel, Ernesto Weber e Jorge Radice.




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    Essa postagem é de autoria de Rusmea , dos blogs curionautas.com.br  rusmea.com


    A coleção de tatuagem no departamento de medicina legal da Universidade Jagiellonian, em Cracóvia, Polônia, consiste de 60 objetos conservados em formaldeído, um método desenvolvido por um dos peritos empregados pelo departamento na virada do século 20.

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    foto8.com





    As tatuagens foram coletadas dos presos da penitenciária no Estado vizinho, na rua Montelupich, assim como de falecidos ao qual foram necropsiados.



    A maioria das tatuagens de prisão, representa conexões entre os condenados. Além de gestos imitando uma espécie de código secreto – revelado por tatuagens 'informativas' aparecendo nas partes descobertas do corpo: rosto, pescoço ou braços.



    A coleção foi criada com o objetivo de decifrar o código – entre presos, conhecido como 'língua padrão'. Olhando de perto as tatuagens dos presos, seus traços, temperamento, passado, lugar de residência ou o grupo criminoso em que foram envolvidos, pode ser determinado.



    Na Polônia, tatuagens são comuns entre criminosos. Tradicionalmente, podia se encontrar em pessoas que exibiam uma tendência para comportamento perverso: como assaltantes, ladrões, estupradores e cafetões. Percebeu-se que uma porcentagem significativa de pessoas tatuadas mostrou sinais de transtornos de personalidade e comportamento agressivo. Na década de 1960 na Polônia, conseguir uma tatuagem de prisão era preciso ter habilidades especiais e ambição criminosa – era uma espécie de título nobiliárquico, cada tatuagem no mundo criminal tinha um significado.
















    Postado por Ichirou Hanazone

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    Apedrejamento


    Como mata - A vítima é envolvida dos pés à cabeça em um tecido branco e colocada numa vala. Como em geral é aplicada em crimes de honra praticados por mulheres de países muçulmanos, os carrascos são homens – membros da família e da comunidade local. Eles fazem um círculo em volta da vítima e pegam as pedras, que não devem ser muito grandes (para evitar desmaios rápidos). Todo o ritual é conduzido para assegurar uma morte lenta e dolorosa. Quem começa o ritual é o juiz da sentença, seguido pelos jurados e pelo público.

    Como morre - As pedradas geram um monte de traumas por todo o corpo do condenado, mas a morte se dá geralmente pelas pedradas na cabeça – que provocam fortes hemorragias intracranianas. Entre a primeira pedra atirada e a morte da vítima, costuma transcorrer mais de uma hora.

    Grau de sofrimento - Máximo.

    Onde é aplicada - Irã, Nigéria, Paquistão e Arábia Saudita, entre outros países.









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    Fuzilamento



    Como mata - Um pelotão de fuzilamento fica disposto a cerca de 6 metros de distância da vítima e dispara simultaneamente tiros de armas de fogo contra ela, que é vendada e tem seus pés e mãos amarrados. A posição de morte pode ser sentado ou em pé. Nenhum membro do grupo armado pode deixar de atirar. É muito aplicada em execuções de crimes de guerra – até países que não aplicam a pena de morte em outras circunstâncias, como o Brasil, prevêem o fuzilamento militar.

    Como morre - Pelo fato de os tiros partirem de diversas direções e alturas, a vítima sofre lesões em vários órgãos do corpo ao mesmo tempo. A morte se dá por hemorragia ou por lesão direta pelo projétil no sistema nervoso central, no caso de uma bala atingir a cabeça de imediato. O condenado leva cerca de dois minutos para morrer.

    Grau de sofrimento - Médio.

    Onde é aplicada - EUA, China, Somália, Taiwan, Uzbequistão, Guatemala e Vietnã, entre outros países.









    Cadeira Elétrica



    Como mata - O condenado tem o corpo todo depilado (para evitar pêlos em chamas). Ele é preso com cintas na cadeira. Eletrodos com esponjas embebidas em solução salina são ligados às pernas e à cabeça – para fechar o circuito – e um capacete de metal é colocado no crânio para conduzir corrente elétrica. O prisioneiro é então vendado. Pelo menos dois choques de 500 a 2 mil volts são aplicados durante cerca de 30 segundos. Se o condenado sobrevive, o processo é repetido quantas vezes for necessário.

    Como morre - A descarga interrompe funções vitais, como o controle dos batimentos cardíacos e do ritmo respiratório – e também deixa o condenado inconsciente. No momento do choque, todos os músculos do corpo da vítima se contraem e ocorre arritmia e parada cardíaca.

    Grau de sofrimento - Variável. Se a morte ocorrer no primeiro choque, o sofrimento é médio. Se for preciso mais de uma descarga elétrica, o condenado sofre muito.

    Onde é aplicada - Nos EUA.








    Forca



    Como Mata- Primeiro, é feito um ensaio com um saco de areia do mesmo peso do condenado para saber que comprimento da corda causará uma morte rápida. Se ela for longa demais, poderá arrancar a cabeça. Muito curta, pode causar asfixia, o que prolonga a agonia por até 20 minutos. A corda é fervida e torcida para que não enrole ou fique torta. O nó é lubrificado com sabão para garantir o deslizamento. Um alçapão é aberto sob o prisioneiro, que cai e fica pendurado pela corda no pescoço.

    Como morre - Há dois tipos de morte por enforcamento. Quando a corda que prende o condenado é longa, ocorre fratura das vértebras cervicais e lesão da medula espinhal. Nesse caso, a morte se dá em menos de um minuto. Na morte por asfixia, demorada, há convulsões – e o prisioneiro urina e defeca.

    Grau de sofrimento- Baixo (em condições normais) a alto (em caso de corda muito curta).

    Onde é aplicada - EUA (apesar de ainda ser prevista em lei, não é usada desde 1996), China, Guatemala e Iraque, entre outros países












    Injeção letal



    Como mata - A primeira etapa da execução é amarrar o condenado a uma maca. Depois, um membro do comitê de execução põe sensores de batimento cardíaco em seu corpo. Duas sondas são inseridas em veias dos braços. Uma injeta soro fisiológico, que depois será substituído por veneno. A outra só é acionada em caso de falha no sistema principal. Quando a execução é autorizada, a sonda injeta um sedativo. O condenado dorme, recebe curare e, por fim, cloreto de potássio.

    Como morre - Quando recebe o curare, o corpo da vítima sofre paralisia em todo o sistema muscular, incluindo o diafragma, músculo responsável pela respiração. Após a injeção do cloreto de potássio, há a parada cardíaca e a morte. O tempo médio para o falecimento varia de 5 a 7 minutos, embora o procedimento todo dure uns 45 minutos.

    Grau de sofrimento - Mínimo.

    Onde é aplicada - EUA - 37 dos 38 estados que têm pena de morte usam esse tipo de execução –, China e Guatemala, entre outros países.









    Decapitacão



    Como mata - Nos países em que ainda é praticado, o método utiliza a espada para matar. O condenado é geralmente vendado e pode ficar sentado ou deitado. Quando apenas um golpe de espada é suficiente para decapitar a vítima, ela perde a consciência em segundos. No entanto, devido ao fato de os músculos e as vértebras do pescoço serem rijos, a decapitação pode exigir mais espadadas.

    Como morre - A morte ocorre porque a medula espinhal, que abriga células que transmitem impulsos vitais do cérebro para os órgãos, é cortada. Assim, batimentos cardíacos e respiração cessam instantaneamente, e a consciência dura menos de 3 segundos.

    Grau de sofrimento - Mínimo, se o carrasco mandar bem e cortar a cabeça num só golpe. Cada espadada extra aumenta o sofrimento.

    Onde é aplicada - Arábia Saudita, China, Guatemala e Iraque.












    Texto extraido do medo b 


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  • 06/01/16--04:17: A familia Goebbels


  • Paul Joseph Goebbels (Rheydt, 29 de Outubro de 1897 – Berlim, 1 de Maio de 1945) foi um político alemão e Ministro da Propaganda do Reich na Alemanha Nazi de 1933 a 1945. Um dos principais associados, e grande seguidor, de Adolf Hitler, ficou conhecido pelos seus discursos públicos e pelo seu profundo e violento anti-semitismo, que o levaram a apoiar o extermínio dos judeus e a ser um dos mentores da Solução Final.





    Era casado com Johannna Maria Magdalena “Magda” Goebbles (11 de novembro de 1901 — 1 de maio de 1945)
    Membro fiél do Partido Nazista, ela era aliada e amiga pessoal de Adolf Hitler. Durante a tomada de Berlim pelo Exército Vermelho, no fim da Segunda Guerra Mundial, ela, juntamente com seu esposo assassinaram seus seis filhos com veneno, e em seguida cometeram suicídio.



    Tal como ocorreu com os últimos minutos de Hitler, os detalhes da morte da família Goebbels não foram esclarecidos. Ainda que esteja comprovado o envenenamento com cianureto, alguns asseguram que se terá suicidado com uma arma de fogo; de qualquer forma, ao serem encontrados pelos soviéticos, seus corpos foram carbonizados impossibilitando determinar o que havia acontecido.



    Capsulas de cianureto que os oficiais nazistas carregavam para cometer suicidio

    Homicido dos filhos seguido de suicidio 

    O suicídio coletivo no centro do poder nazista começou  em janeiro de 1945, quando nem o próprio Hitler conseguia acreditar que seria possível uma vitória. Uma “histeria nacional de suicídio” foi o capítulo mais obscuro da história do Terceiro Reich. Foram dezenas de milhares de suicídios em toda a Alemanha. Só em Berlim, mais de seis mil pessoas suicidaram-se nos últimos dias da guerra. O clima de medo era não somente em relação aos soviéticos: também as grandes cidades ocidentais, como Munique ou Colônia, que foram libertadas pelos aliados, caíram na febre da maior onda de suicídio do mundo moderno.

    Histórias da brutalidade do Exército Vermelho Soviético eram muito comuns dentro do Führerbunker, e o suicídio era uma forma de escapar de punições, estupros e humilhações.

    Na madrugada do dia 1º de maio de 1945 Magda disse às crianças que elas deixariam o bunker ( onde estavam a muito escondidos) pela manhã. No mesmo dia Magda conseguiu altas quantidades de morfina, que ela aplicou aos seus seis filhos, para depois envenená-los com cianureto. Após matar, o casal também seguiu o caminho da morte. Os corpos dos dois foram queimados para não serem reconhecidos após a guerra.( quem queimou ? não sei ...)




    No dia 3 de maio de 1945, um dia depois das tropas russas descobrirem os corpos queimados de seus pais, as seis crianças foram encontradas em suas camas, vestidas como para uma festa. As meninas usavam laço de fita no cabelo.

    Seus corpos e os corpos de seus pais foram mandados para Plötzensee junto ao corpo de um oficial não identificado que também residira no bunker. Lá foram realizadas as autópsias dos nove corpos.




    DESCRIÇÃO DA FOTO: 

    Acima com uniforme: Harald Quandt (1921-1967) Era enteado de Joseph Goebbels e filho de Magda Goebbels.

    Do lado esquerdo de Quandt: Helga Susanne
    Do lado direito de Quandt: Hildegard
    Crianças abaixo a partir da esquerda: Helmut Christian, Hedwig Johanna, Holdine Kathrin e Heidrun Elisabeth.
    E o casal Joseph Goebbels e Magda Goebbels

    Percebam que todas as crianças começavam com a letra H (de Hitler)

    AS MORTES:

    Paul Joseph Goebbels - (1897-1945) Goebbels permaneceu com Hitler em Berlim até o fim, e na sequência do suicídio do Führer, foi indicado por ele para servir como Chanceler do Reich, ao qual o foi, por apenas um dia. Em suas últimas horas, sugere-se que Goebbels permitiu a sua mulher, Magda, matar os seus seis filhos pequenos. Pouco depois, Goebbels e sua mulher cometeram suicídio.
    CAUSA DA MORTE: Suicídio por cianureto ou a tiros.

    Magda  Goebbels - (1901-1945) Esposa de Goebbels.
    CAUSA DA MORTE: Suicídio por cianureto.

    Dahinter Harald Quandt - (1921-1967) [Acima, no centro] - foi um militar e empresário alemão. Era enteado de Joseph Goebbels e filho de Magda Goebbels com o industrialista Günther Quandt.
    CAUSA DA MORTE: Acidente aéreo.


    AS CRIANÇAS ASSASSINADAS:

    Helga Susanne - Helga nasceu em 1 de setembro de 1932.
    Era a filha mais velha do casal Goebbels e a favorita de Adolf Hitler. Em 1935 ela apareceu na capa de duas revistas e foi fotografada em 1937 com a sua irmã mais nova, Hilde e seu pai, em Berlim. Tinha doze anos de idade quando foi morta com veneno.
    CAUSA DA MORTE: Envenenada com cicuta ( planta extremamente venenosa) pela mãe.

    Hedwig Johanna - Hedwig nasceu no dia 5 de Maio de 1938.
    Geralmente, era chamada de "Hedda". Tinha sete anos de idade quando foi morta com veneno.
    CAUSA DA MORTE: Envenenada com cicuta pela mãe.

    Helmut Christian - Helmut nasceu em 2 de Outubro de 1935.
    Ele era o único filho homem do casal Goebbels. Em seu diário, Joseph Goebbels descreveu-o como um palhaço, ele sonhava em ser condutor do metrô. Tinha nove anos de idade quando foi morto com veneno.
    CAUSA DA MORTE: Envenenada com cicuta pela mãe.

    Hildegard - Hildegard nasceu em 13 de abril de 1934 e era chamada de Hilde.
    Na primavera de 1937, em Berlim, ela foi fotografada com sua irmã mais velha, Helga e seu pai. Numa página de seu diário datada de 1939 Joseph Goebbels descreveu-a como um "Ratinho". Tinha onze anos de idade quando foi morta com veneno.
    CAUSA DA MORTE: Envenenada com cicuta, pela mãe.

    Holdine Kathrin - Holdine - chamada de "Holde" - nasceu em 19 de Fevereiro de 1937.
    Seu pai registrou em seu diário que seu nascimento foi muito complicado. O polêmico historiador David Irving tinha especulado que era o resultado de uma relação entre Magda Goebbels e Adolf Hitler. Tinha sete anos quando foi morta com veneno.
    CAUSA DA MORTE: Envenenada com cicuta pela mãe.

    Heidrun Elisabeth - Heidrun nasceu em 20 de Outubro de 1940.
    Ela era a filha mais nova de Joseph e Magda Goebbels e, geralmente, era chamada de "Heath" ou "Heidi". Tinha quatro anos quando foi morta com veneno.
    CAUSA DA MORTE: Envenenada com cicuta pela mãe.







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    Essa postagem é de autoria de Rusmea , dos blogs curionautas.com.br  rusmea.com

    Postagem originalmente de 2013, portanto os acontecimentos remetem à aquela época 



    O menino senta-se orgulhosa ao lado de seu boneco de neve, e sorri.
    Ele não tem nenhum casaco, luvas ou chapéu para se proteger do frio, mas por um momento ele se distrai da dura realidade da vida no interior de um campo de refugiados improvisado no Líbano.
    Não sabemos o nome dele, mas ele é um dos 842 mil refugiados da ONU diz que estão passando o inverno no Líbano, depois de fugirem de uma brutal guerra civil de três anos na Síria.

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    http://edition.cnn.com


    Eles achavam que a vida não poderia ficar muito mais difícil. Mas isso foi antes da tempestade de inverno "Alexa" se mover, trazendo chuva, neve e temperaturas abaixo de zero em toda a região.
    Apesar das condições miseráveis, para muitas crianças em campos de refugiados, a neve era uma novidade.
    A foto do boneco de neve acima foi capturado pelo cinegrafista da CNN Christian Streib quando ele visitou o campo de trânsito Arsal UN no Vale de Bekaa no Líbano, hoje o lar de 40 mil refugiados.




    Eu vi o boneco de neve na frente de uma barraca e pensei que faria uma boa imagem", disse ele. "Então o menino apareceu, e sorriu quando eu tirei a foto dele. Então, ele desviou o olhar, distraído e mais pessoas chegaram. Estávamos em uma corrida para terminar as filmagens, por isso eu nunca cheguei a falar com ele."
    .... "Mas basta olhar para o sorriso tão inocente.
    O simulacro simboliza também que todo mundo pode se relacionar com um boneco de neve Todos nós construímos um boneco de neve e um presente -. Enquanto construído a partir de muito pouco - Isso coloca um sorriso no o rosto de um menino com escassos meios . "


    Streib disse que ficou impressionado com a dignidade das crianças, mesmo que eles estivessem com fome e frio. A maioria tinha os pés nus em chinelos de plástico, disse ele.
    "As crianças estão por toda parte no campo, apenas vagando, com o tempo em suas mãos, mas sempre vão encontrar algo para brincar."



    Khadija e seu irmão Amjad são de Aleppo, (Imgem acima) que sofreu alguns dos mais pesados ​​bombardeios durante o banho de sangue na Síria.
    O Correspondente da CNN, Mohammed Jamjoon lembrou como as crianças estavam determinados a se divertirem, apesar das condições de congelamento.
    "Apegar-se a qualquer resquício de infância abandonada que pudessem, eles decidiram construir um boneco de neve", disse ele. "Esta foto foi tirada no mesmo local onde Christian tomou a foto do menino e o boneco de neve.


    É muito comovente:.Tu quer dar, mas tu se sente impotente. Tu é a pessoa de fora com a câmera grande, mas eles só querem explicar a sua situação", lembrou. "E cada conversa termina com a mesma frase: Eu quero ir para casa."
    Isso não vai acontecer em breve. As crianças refugiadas no Líbano não são susceptíveis de ver sua terra natal novamente antes de atingir a idade adulta.
    O Líbano absorveu o maior número de refugiados da Síria. A ONU prevê que haverá mais de 1,5 milhões no país até o final de 2013. A População do Líbano é de apenas 4,2 milhões.


    Este menino sírio entrou em uma guerra de bolas de neve em Arsal na segunda-feira (Imagem acima). Mohammed Jamjoom disse: "Nós vimos pelo menos seis meninos brincarem e se divertirem enquanto a ajuda estava sendo distribuído."
    Sírios fariam qualquer coisa para chegar ao Líbano, disse Jamjoom. Isso apesar das condições terríveis que eles encontraram quando chegaram.
    Ele lembrou a cena como ele e o cinegrafista Chris Jackson acompanhados de médicos e trabalhadores de ajuda humanitária quando eles imunizaram crianças entre cinco anos para menos, em uma visita anterior a um acampamento no vale de Bekaa.
    "É absolutamente de partir o coração", disse ele. "Essas pessoas estão efetivamente vivendo em um esgoto a céu aberto. Estão andando na lama, por meio de dejetos humanos."













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  • 10/27/16--12:31: A guerra do Chaco






  • Eu sempre fui ligado a esse mundo gore/realidade , isso vem desde as fitas vhs lá da decada de 90 , quem já é meio "tiozinho" deve se lembrar das famosas series "traços da morte" e " faces da morte"

    Minha esposa nem chega perto quando estou vendo essas coisas e quando resolvi criar o blog fui chamado de louco kkkkkkkkkk e não foi só ela não ...

    Mas o que eles ,quem chamam pessoas como eu de louco , não sabem é que se aprende muita coisa navegando por esse conteudo , não é só um gosto macabro que a gente tem . Aprendemos ,por exemplo , a sermos motoristas cautelosos , o proprio detran quando faz reciclagem de  cnh mostra imagens ,que para alguns são chocantes , de acidentes graves meio como um tratamento de choque .




    E no caso do O Mundo Real   vc aprende muito de historia tambem e o grande exemplo disso é esse post
    sobre essa guerra sul americana ocorrida entre a primeira e a segunda guerra ( talvez por isso ele tenha sido ofuscada) e que muita gente nem tinha ouvido falar ,A Guerra do chaco , que aprendi e agora estou passando pra vcs , confiram :




    A Guerra do Chaco foi um conflito armado entre a Bolívia e o Paraguai que se estendeu de 1932 a 1935.






    Originou-se pela disputa territorial da região do Chaco Boreal, tendo como uma das causas a descoberta de petróleo no sopé dos Andes. Deixou um saldo de 60 mil bolivianos e 30 mil paraguaios mortos, tendo resultado na derrota dos bolivianos com a perda e anexação de parte de seu território pelos paraguaios.







    Os antecedentes do conflito residem nas várias disputas entre a Bolívia e o Paraguai pela posse de uma área da região do Chaco que vai até a margem direita do rio Paraguai e que na época do antigo Vice-Reinado do Rio da Prata pertencia à Bolívia. Portanto, após a independência dos dois países da Espanha, a região permaneceu em litígio, muito despovoada e as quatro tentativas de acordos de limites de fronteiras entre 1884 e 1907 foram rejeitadas por ambos os países. Anteriormente, a Bolívia já havia perdido o seu litoral e acesso ao Oceano Pacífico durante um conflito com o Chile, entre 1879 e 1881, conhecido como Guerra do Pacífico, também havia perdido o Acre, rico em seringueiras para produção da borracha, para o Brasil, através do Tratado de Petrópolis em 1903.
    A Bolívia desejava ter um acesso ao Oceano Atlântico via rio Paraguai e, para ter pleno acesso àquele rio, necessitava ocupar o Chaco, em território paraguaio.








    Uma pequena ocupação e exploração do Chaco havia sido promovida na década de 1920 pelo Paraguai, com alguns assentamentos agrícolas iniciados por imigrantes alemães menonitas.
    Além disso os paraguaios faziam algumas operações de corte de quebrachos, ricos em tanino, para o curtume de couros, e haviam construído algumas ferrovias de bitola estreita para o interior do Chaco, a fim de transportar as toras de madeira até ao rio Paraguai.
    Em 1930, a Bolívia assim como outros países capitalistas, estavam sofrendo com a Grande Depressão que provocou o colapso da economia boliviana e para piorar, o presidente boliviano Hernando Siles Reyes foi derrubado por um golpe de estado quando tentava prolongar seu mandato. Sendo substituído por Carlos Blanco Galindo. Em 1931, o Congresso Nacional elegeu o candidato Daniel Salamanca Urey, um idoso de 62 anos de idade que sofria de terríveis dores abdominais, como novo presidente da Bolívia. A Bolívia reclamava o território do Chaco e pretendia anexá-lo.






    Com a suposta descoberta de petróleo no sopé da cordilheira dos Andes, na região do Chaco Boreal, eclodiu o conflito entre ambas as nações. A Bolívia e o Paraguai eram as duas nações mais pobres da América do Sul, sendo que para o Paraguai o Chaco lhe proporcionava grandes vantagens com quase 600.000 km², e as reservas petrolíferas já existentes. A Bolívia devido às crises viu a necessidade de invadir o Chaco. Então em 1932, o Exército Boliviano, sem autorização do presidente, entra no Chaco e nas margens do Lago Pitiantuta, tentam guarnecer o local, mas os paraguaios descobrem e retomam o lago, uma expedição boliviana é enviada e expulsa os paraguaios e também conseguem tomar os fortes paraguaios de Corrales, Toledo e Boquerón, com isso o presidente paraguaio Eusebio Ayala declara guerra à Bolívia







    O Paraguai tinha 2 vantagens. 1º: Os paraguaios estavam mais perto do Teatro de Operações, permitindo as tropas serem transportadas de navio até Puerto Casado e de lá seguirem de trem até perto do QG em Isla Potí. E 2º: os paraguaios mobilizaram todo o exército diferente dos bolivianos que tinham dificuldades e temia um desperdício mobilizando todos os homens, também havia dificuldades para transportá-los pelo Chaco, com estradas esburacadas, pouca água e temperatura de 40º C.
    Anos antes da guerra, o Marechal alemão Hans Kundt, comandou o Exército Boliviano, tentando sem sucesso modernizar o exército, melhorar a vida dos soldados e adquirir armas modernas e reorganizar a administração. Era Baseado nos princípios alemãos, tentou prussianizar o exército boliviano, que entretanto era carente de logística e experiência, os exércitos não tinha comunicação entre si, era difícil promover ataques coordenados.Com a derrubada de Siles Reyes, foi demitido.









    O Exército Paraguaio estava em menor número, mas tinha armas modernas e os paraguaios estavam dispostos à lutar até o fim, o Paraguai havia mobilizado, no início, em torno de 15.000 homens, enquanto que os bolivianos mobilizaram, em Agosto, em torno de 10.000 homens. O Marechal paraguaio, José Félix Estigarribia, acreditando que haviam em torno de 1200 bolivianos, preparou um ataque para retomar o forte de Boquerón, com apenas 448 soldados, 350 fuzis, 13 metralhadoras pesadas e 27 leves, além de 2 canhões Krupp, 1 canhão Schneider e 2 canhões anti-aéreo. No dia 8 de setembro, um avião boliviano avistou os paraguaios marchando e avisou os bolivianos, no dia 9, iniciou a Batalha de Boquerón,os bolivianos eram 5000, permitindo repelir o ataque paraguaio, somente nesse dia houve 7 tentativas frustradas de recuperar o forte. Depois de vários dias de combates, os bolivianos exaustos, famintos e doentes, abandonam o forte, permitindo os paraguaios de avançarem ao Norte.
    Depois da derrota em Boquerón, Salamanca convida Kundt para retornar ao Comando-Geral do Exército. Kundt aceita e tenta promover ataques baseados nos já antiquados métodos da Primeira Guerra Mundial, ele não era um bom estrategista promovendo fracassadas ofensivas.







    Em outubro de 1932, os paraguaios atacam o poderoso Forte Arce conseguindo conquistá-lo. Em 1933, os bolivianos, comandados por Kundt, contra-atacam o Forte Nanawa com 7000 homens, os 1485 paraguaios resistem sob o comando de Estigarribia, por vários meses até que em julho, os bolivianos desistem, o Forte Nanawa desde então ficou conhecido como "Verdun da América do Sul".
    Durante o Cerco de Campo Vía, em dezembro de 1933, 10000 bolivianos tentam desesperadamente contra-atacar os paraguaios, mas estes descobrem os planos depois que interceptam mensagens de rádio e se preparam para o ataque, a Força Aérea Boliviana tenta lançar bombas sobre os inimigos, mas infelizmente acerta os próprios soldados bolivianos, assim, o combate inicia, os 17.000 paraguaios comandados por Estigarribia, resistem e vencem aniquilando quase todo o exército boliviano de uma só vez. Com isso, o Marechal Kundt foi substituído no Comando-Geral pelo General Peñarada. Kundt retorna para a Alemanha falecendo em 1939.
    Com a ajuda da Marinha do Paraguai, os paraguaios puderam se deslocar mais rápido do que os bolivianos.






    Em 1934, a Bolívia tentava enviar mais reforços, mas devido ao clima e as chuvas que enxarcavam as estradas esburacadas dificultando as operações, além das dificuldades econômicas fizeram com que oficias de alta patente liderados pelo General Peñarada, dessem um golpe de estado derrubando Salamanca e assumindo José Luis Tejada como novo presidente.
    Em junho de 1935, ocorre a última batalha, em Ingavi, 3000 bolivianos comandados pelo coronel Bretel combateram 850 paraguaios comandados pelo coronel Rivarola que derrotou definitivamente os bolivianos, então sem forças, a Bolívia se rende, iniciando as negociações de paz. Em 21 de julho de 1938, os dois países aceitaram o acordo de paz realizado em Buenos Aires, o Paraguai ficou com 3/4 do Chaco Boreal e a Bolívia ficou com 1/4, acabando com 3 anos de guerra, e levando os dois países à novas dificuldades econômicas devido a guerra e a descoberta de que os supostos poços de petróleo não existiam.









    E AI GOSTARAM ????????????


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  • 10/27/16--19:30: Famadihana



  • Famadihanaé um ritual funeral feito na ilha de Madagascar .É uma tradição bem antiga feito pelo povo Malagasy, em que consiste em tirar os restos mortais dos familiares de suas sepulturas , enrolar em um novo véu , e depois de festejar com defunto voltam e enterram , geralmente com a cabeça virada para o norte ( dependendo da região , seria para o leste) que segundo eles seria uma posição preferida .





    É um ritual familiar , bem antigo e como exemplo de outros rituais de outros povos , pouco a pouco vai se perdendo , tanto pelo os jovens não se interessar mais pelas tradições , tanto pela ocidentalização que atimge aos poucos cada parte do mundo .




    De acordo com suas crenças ,apenas o corpo da pessoa morre , sendo assim os espiritos de seus familiares continuam presentes , e o ritual seria uma forma de agradar os entes queridos ja falecidos .




    O ritual pode durar varios dias. E durante esses dias o povo canta ,dança , bebe e come , uma verdadeira festança .




    Assim como muitos dos rituais culturais de varias partes do mundo , o Famadihana esta se acabando devido ao cristianismo , que como todos conhecem, um ritual desse tipo chega a ser profano, visto com maus olhos . Quando regiões remotas do mundo vão sendo catequizados ,por assim dizer, muitas dessas tradições tribais vão se extinguindo , uma pena ...
















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    Cheguei atrasado com essa postagem , é a cara do outubro rosa 



    Em 2005, a fotógrafa Kerry Mansfield foi diagnosticada com um tumor no seio direito. Ela se submeteu a uma mastectomia(cirurgia de remoção completa de seio), a ciclos de quimioterapia e a cirurgias plásticas para a reconstituição do seio amputado, entre novembro de 2005 e dezembro de 2006.

    Uma série de dez autorretratos, intitulada Aftermath, narra visualmente as transformações sofridas por seu corpo no decurso do tratamento.





    São fotografias de beleza lancinante, que, mediante a simplicidade formal, impressionam pela coragem da modelo para se desnudar física e emocionalmente; pela dignidade que a modelo, submetida a dor e confrontada com a possibilidade da morte, conserva; pelo registro da fragilidade e da precariedade do corpo; pela personificação da finitude da existência; mas também, pela demonstração da capacidade de resistência do indivíduo, em face de uma situação extrema.